Também já cansei dessa coisa de salvar negócios de famílias tradicionais gaúchas e os fudidos que se fodam. Time Line da Rádio Gaúcha há pouco chamou especialistas a darem um jeito de salvar projeto de shopping da beira do cais. Até tapume provisório querem. Só a revolta salva!
Alguém tem que mandar a ideologia sionista calar a boca. Quem tem autoridade para isto? Quem teve a família exterminada por nazistas na Segunda Guerra. Uma lição para compreender o genocídio palestino por quem já sofreu um holocausto.
@laurasito@PTpoa Dale, companheira. Cada dia tenho mais orgulho do meu voto. Chegou a hora de as mulheres negras mudar o mundo com a sua luta ancestral. Meus parabéns.
Lições que os(as) jornalistas brasileiros(as) precisam aprender e nem desconfiam. O jornalistão transformou a formação do jornalista num campo de treinamento de soldados de guerra simbólica contra minorias, pobres e negros. Somos muito bons nisso. https://t.co/OyQQxhHci5
O jornalismo corporativo tem um viés pró-Israel importado dos EUA. Fique de olho nestas distorções enquanto Israel embarca em uma campanha terrorista que promete “transformar Gaza numa ilha deserta”. Por @AndrewDFish. https://t.co/Vtqqp2CKms
@Gamboa_R @dauroveras Tem que usar. O problema não é da língua. Ídola existe na língua mas não no registro gramatical formalista. O mesmo ocorreu om Pelé. Pelé da política, se dependesse de registro feito ano passado, seria um erro. Uso ídola. Tenho montes delas. Abraço!
O exercício ética, teórica e tecnicamente orientado do jornalismo, qualificado em ambiente universitário, é a melhor garantia de acesso do cidadão à esfera de circulação de informações e de debates de ideias. #PECdoDiplomaJá@ArthurLira_
A Constituição Federal diferencia liberdade de expressão, assegurada pelo inciso IV do Art. 5º e exercida diretamente pelo cidadão, e liberdade de informação (liberdade de imprensa), exercida pelos jornalistas no trabalho habitual e remunerado. #PECdoDiplomaJá@ArthurLira_
Fruto de quase meio século de luta dos jornalistas, o diploma de curso superior passou a ser exigido em 1969 pelo Decreto-Lei 972 para o “trabalho”, “habitual e remunerado”, de produção de informação verdadeira, plural e de interesse público. #PECdoDiplomaJá@ArthurLira_
A obrigatoriedade do diploma em jornalismo (a partir de 1969) ou a sua revogação definitiva (em 2009) nunca impediram ou ampliaram o direito do cidadão à livre expressão, nem constituíram restrição ou ampliação de acesso à profissão. #PECdoDiplomaJá@ArthurLira_
A democracia, a cultura de paz e o combate à desinformação dependem do jornalismo profissional. E este, da qualificação universitária. #PECdoDiplomaJá@ArthurLira_
Os jornalistas só conseguem olhar para seus umbiguinhos narcisos. Nestas horas, os trabalhadores de comunicação são pegos de calças curtas. E um dos motivos é que ignoram que a guerra com as big techs já está perdida há muito. Querem guerra. Vão ler Marx!
Gente caindo no conto do vigário e do valor do PL 2630 porque os minions são contra. Ora, debater regulamentação porque o inimigo está reclamando... O inimigo manda nesta porra de rede social. A extrema direita manda na internet e vai continuar mandando. que o PL muda?
O mais triste é que o debate se opere sob um viés moral dos jornalistas. Reclamar que as big techs não entregam o seu conteúdo é de uma pobreza e de uma falta de visão estrutural do problema que assusta. O problema é muito maior e vem de longe.
Resumo da ópera. Eles querem o que já têm e que não pode ser tirado. As tradicionais produtoras de conteúdo (Folha, Estadão, O Globo...) não são santas. Querem tomar o lugar das big techs. Os jornalistas que chupem o dedo. O PL 2630 tem que ser debatido. A urgência é um erro.
Uma chusma de ignorantes em TIC dando pitaco e se fazendo de fodão sobre o PL 2630. Por favor, se não querem entender que os profissionais da comunicação estão no meio de uma briga de alien e predador, tentem aprender alguma coisa. A hora é de debater. https://t.co/p72Sl2wGu3