You people have convinced yourself that “sex work” is selling feet pics on onlyfans and not gruesome exploitation of poor women who have little but no choice to get raped for money at best, trafficked and killed at worst. But you would never ever listen to their testimonies.
im against sex work not in a “sex workers are sluts and degenerates” way but in a “we should live in a society in which exploiting our bodies is not necessary for survival” type of way
u guys can’t use transphobia to defend this if lady gaga posted her bare pussy or justin bieber his dick everyone would go ballistic and call them perverts too. there is no reason to be posting your privates publicly to INSTAGRAM of all places
o conceito terminar um namoro de 6 anos, assumir um homem feio e problemático publicamente contra a vontade de todos, levar um pé na bunda dele em poucos meses e escrever um álbum de 31 músicas quase inteiro pra ele e não pro seu ex de 6 anos eu sou FASCINADO pela lore do ttpd
Isto até é uma boa proposta. O que estamos à espera que aconteça de mal? Que muitas pessoas decidam ir dar sangue só para não trabalhar? Mas isso era bom - e no máximo era quê? 4 ou 5 dias ao ano? E em troca não havia falta de sangue nos hospitais. Não estou a ver a desvantagem.
E tu, quando tens uma multa, também te fazem um desconto de 50% porque o salário não chega ao fim do mês? 🤷♂️
Grandes empresas — muitas delas privatizadas — de sectores que deviam estar sob controlo democrático, recebem descontos em coimas por incumprimento de regras, alegando “dificuldades” financeiras.
Dificuldades essas que coexistem com milhões (e milhões) de euros de lucros, ano após ano. 💸
Entretanto, dizem-te que não é possível aumentar salários.
Os acionistas riem-se.
O capitalismo funciona, mas não para ti.
Não querendo ferir susceptibilidades, este caso não é, ou não devia ser, um debate moral sobre fumar haxixe no trabalho. É um debate sobre proporcionalidade, prova e hipocrisia social.
O álcool é uma droga psicoativa, com impacto comprovado na coordenação, no julgamento e na segurança. Ainda assim, é socialmente aceite que pessoas bebam vinho ou cerveja à hora de almoço em dias de trabalho, inclusive em funções de responsabilidade. Raramente isso leva a despedimentos automáticos, muito menos sem prova de prejuízo efetivo.
Em vários países da UE, a canábis é descriminalizada ou legalizada. Isso não a torna automaticamente aceitável no contexto laboral, tal como o álcool também não o é em excesso. Mas revela uma incoerência clara…algumas substâncias são toleradas por tradição cultural, outras demonizadas, independentemente do contexto concreto.
Neste caso específico, o trabalhador estava em pausa, a substância foi classificada como “desconhecida” e não houve prova objetiva de infração grave. Ainda assim, aplicou-se a sanção máxima, o despedimento.
Foi isso que o tribunal considerou desproporcionado, e bem.
O direito do trabalho existe precisamente para equilibrar relações assimétricas e travar excessos. Não para normalizar consumos, mas para impedir que o zelo empresarial se transforme em punição arbitrária.
Não é sobre drogas. É sobre direitos, prova e bom senso!
thinking about how in barbie land where everything is perfect for women, men still aren't suffering. they aren't in servitude, they aren't being objectified or harassed. they are just not the main characters. but in a world run by and for men, women are NEVER safe. that's the difference between feminists and misogynists. women just want to be left alone, while men don't see us as humans.