O Grupo Colapso e as discussões sobre o colapso
Neste semestre, em meio a pandemia, temos nos dedicado à discussão do conceito de colapso. Apresentamos neste vídeo nossas primeiras impressões, além de quem somos e como temos pensado dentro da Geografia. 😉
https://t.co/LqX1l0mroY
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Por que há Latossolos no semiárido nordestino? Se a região é marcada por seca e sazonalidade, como explicar solos profundos e muito intemperizados? 🧵
@gracebalves
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Dois exemplos do artigo de Grace Bungenstab Alves (2025): (1) Vertissolos com idades holocênicas por LOE/OSL (cautela na interpretação); (2) transição Latossolo–Planossolo, com efeitos sobre água, formas e vegetação.
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📊 Brazilian Journal of Geomorphology: 25 Years of Evolution
A new bibliometric study reveals the growth, trends, and challenges of Brazil’s leading geomorphology journal — a key reference for understanding landforms and environmental processes.
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📊 Revista Brasileira de Geomorfologia: 25 anos de evolução
Estudo bibliométrico analisa a trajetória, as tendências e os desafios do principal periódico científico de Geomorfologia do país.
@gracebalves@UGB_Brasil
🔗 https://t.co/5yGRZ6UlQl
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📊 Revista Brasileira de Geomorfologia: 25 anos de evolução
Estudo bibliométrico analisa a trajetória, as tendências e os desafios do principal periódico científico de Geomorfologia do país.
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Entre 2000 e 2024, a revista registrou:
- Predomínio da Geomorfologia Ambiental (Aplicada);
- Colaboração com 12 países;
- Crescimento em Modelagem, Geoprocessamento e Geomorfologia Fluvial;
- Baixa presença de Geodiversidade, Geocronologia e Patrimônio Geomorfológico.
🔬 O Grupo de Pesquisa COLAPSO participou do #NWLDW2025 (USP/SP) com o trabalho:
“Decoding luminescence ages through pedogenesis: Vertisols in a semiarid sedimentary basin”
📍 De Amanda D. dos Reis e Matheus S. S. Figueiredo, com orientação de Grace B. Alves. @gracebalves
O estudo investiga como idades obtidas por OSL em Vertissolos da Bacia do Rio do Peixe (PB) refletem não só deposição, mas processos pedogenéticos intensos, como a pedoturbação.
Inclui análises granulométricas, micromorfológicas e de intemperismo.
Why do forests fail to reclaim some open patches in the Atlantic Rainforest?
In São Paulo’s Serra do Mar, the Campo do Veludo remains a persistent grass-shrub enclave. A new study by @colapsoggf investigates this pedogeographic puzzle.
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Por que a floresta não avança sobre certos campos na Mata Atlântica?
No Parque Estadual do Rio Turvo (SP), enclaves campestres resistem em meio à floresta. Um novo estudo investiga esse enigma.
@colapsoggf
📚 Formação de professores e PIBID em tempos de precarização
Como políticas públicas recentes têm afetado as licenciaturas, especialmente em Geografia? Uma análise crítica das mudanças no PIBID e do trabalho docente em tempos de acumulação flexível.
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A partir de experiências na UFBA e pesquisas do grupo COLAPSO, discutimos os impactos da intensificação do trabalho, da lógica produtivista e das políticas de desvalorização da formação crítica.
Mas também apontamos resistências e caminhos possíveis! 💪
🔍 What exactly is a toposequence?
In soil science, the term is widely used, but often inconsistently.
A recent study reviewed 1,000+ papers and revealed three primary uses. Only one matches the original concept.
👇 Let’s break it down.
#soilscience#pedology#geomorphology