Anderson França aqui, amigos.
Deixo essa última mensagem, caso a rede seja extinta no Brasil. No Twitter, comecei minha vida digital, em 2008. Aprendi muito, fiz amizades e sou eternamente grato por tudo. Foi uma escola.
Desde 2020 não uso. Mas sigo grato. Muito Obrigado.
Aqui sou eu, Anderson. Raramente eu posto aqui.
Hoje eu venho prestar todo apoio a Janja.
É nítido o fetiche sexual dos hackers e do bolsonarismo, as declarações doentias sobre estupro e sexo anal, que habita no imaginário maligno deles.
Estou com você, Janja.