O único golpe que existe é contra os eleitores que querem ver o nome de Jair Bolsonaro na urna em 2026. Uma eleição sem o nome dele na disputa não é democrática!
Não percamos o fio da meada, que é, como sempre, escamoteado pelos vendedores de fumaça. A cronologia, essa maltratada senhora, é o coração da história – e como tal, deve ser tratada com o respeito que os canalhas evitam.
Outubro de 2016: Teori Zavascki, então ministro do Supremo, mantém na cadeia o indefectível José Dirceu – aquele mesmo, o cardeal do petismo subterrâneo, condenado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O homem era um departamento inteiro do Código Penal ambulante.
Janeiro de 2017: o avião de Teori cai em Paraty. Trágico, claro. Mas o Brasil já perdeu a inocência faz tempo. Ninguém mais acredita em coincidência – pelo menos, ninguém que paga suas próprias contas.
Março de 2017: Alexandre de Moraes, até então conhecido por seu entusiasmo autoritário e gel para cabelo, assume a vaga deixada por Teori. E o resto, como dizem, é jurisprudência com verniz de poder.
Enquanto isso, continuo conscientizando o mundo inteiro sobre o que vem acontecendo no Brasil. Hoje, estou de volta ao programa do Steve Bannon, ex estrategista-chefe da Casa Branca, para falar sobre o julgamento fajuto do @jairbolsonaro. Este é o trabalho que muita gente no Brasil nem sabe que acontece, mas a verdade é que ninguém pode nos ajudar se não souberem o que está acontecendo.