AS BETS TEM QUE ACABAR!
Eu tinha compartilhado esse posicionamento mas não falei nada a respeito, eu falo sem nenhum problema, a alguns anos atrás já divulguei bets por aqui, quem cria conteúdo de Grêmio como eu criava, sabe as dificuldades principalmente financeiras. Segue... 🧶
"O torcedor não pode pagar essa conta“
Mas meu filho…foi justamente a torcida que te sustentou até aqui.Que te carregou,te apoiou. Que suportou corneta,humilhações,enfrentou chuva,calor,orçamento apertado,vestiu tua camisa e vibrou com as tuas vitórias
Não as bets. Fomos nós.
O Grêmio anunciou publicamente em entrevistas da direção que não queria patrocínio master de Bets. Agora menciona que o futebol quebra sem elas.
No mínimo contraditório, mínimo.
@Gremio Tomaram golpe de uma bet e ainda querem defender essa merda ?! E até hoje NADA DE PATROCÍNIO!! Diretoria incompetente em todos sentidos possíveis
➡️ STF | Cunhado de André Mendonça trabalha no gabinete de deputado alvo da PF
Cunhado do ministro do STF André Mendonça atua como assessor do deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), alvo de operação da PF nesta semana
Leia na coluna de @igorgadelham
Advinha? Sabe seu colega playboy nascido em berço de ouro, geralmente branco e do sudoeste ou sul? Ele é mesmo um r@cista recalcado. Diretor da Quaest explica que antipetismo vem de um rancor entre as classes sociais, não querem preto e pobre ascendendo.
O Lula detonou com classe a jornalista Malu Gaspar em uma entrevista a uma rádio local no estado de São Paulo:
"Tem uma jornalista da Globo de quem eu não vou falar o nome. Eu não tenho nada contra ela, mas me disseram que ela me odeia e odeia o PT, e parece que ela topa qualquer acordo para derrotar a gente, tendo feito até acordo com juiz da Suprema Corte para vazar muita coisa falsa para prejudicar a minha campanha. O Júnior, que trabalha comigo, me falou que se alguém com um número confidencial ligar para ela e falar que tem uma informação de que foi o Lula quem mandou matar o Getúlio Vargas, ela vai publicar no jornal dos Marinho e nem sequer vai atrás de saber se é verdade. Tem sido assim há muito tempo, mas o lado bom disso é que eu nunca dependi da grande mídia para ganhar eleição. Eles sempre estão contra nós em qualquer cenário eleitoral."
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.