Saber que no final do ano que vem, eu vou estar magro me conforta.
Se o Lula ganhar, vai ser na base do Ozempic dado pelo SUS.
Se o Flávio ganhar, vai ser à moda argentina: fome generalizada, pobreza extrema e gostinho de anos 90.
Mas, até que enfim!, magro.
Eu tomei uma decisão. Nas próximas eleições, eu vou me candidatar. Como eu não tenho nenhum apego à minha vida, eu poderei denunciar abertamente o crime organizado, as milícias e os latifundiários.
Eu corria risco de vida indo atrás de macho. Agora, vou correr risco pelo Brasil.