@GiovaneRezende Eu tenho um de época, mono. Mas é aquela massaroca sonora do Phill Spector. O trabalho que fizeram nos 50 anos foi coisa de maluco. Primoroso.
meu pai tem o nome de um jogador da seleção e todas (mesmo) as vezes que o narrador fala o nome ele responde "eu?" como se tivesse sendo chamado
há anos, ninguém ri mais, mas ele continua.
E para todo atleticano que gosta de cantar o hino, aqui está, na contracapa desse compacto, a letra original, do Vicente Mota. Raramente ouve-se o hino cantado corretamente nas arquibancadas ou nas ruas.
O Atlético nasceu em 1908 e se tornou o gigante que é, graças à paixão e trabalho de milhões ao longo desse tempo todo, dentro e fora de campo. Na diretoria, nos gramados e principalmente na torcida, seja presencialmente ou de muito longe, só propagando ou adquirindo coisas do clube.
Mesmo nesses novos tempos, de Sociedade Anônima do Futebol – SAF -, o Galo é imortal, pode ter dono no papel, mas na prática não. As pessoas passam, a instituição fica!
https://t.co/cce4V49BNJ
@LuaraRamos O "Galo" é um dos nossos maiores patrimônios. Por ser imaterial, espero que não vendam. Como chorou o Mário Marra em 2021: gritar Galo, só nós podemos.