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Very proud to share my new article @CritSoc
An attempt at using Rose and Clarke's criticisms of Classical Sociology in an analysis of the Post-Parsonian generation's attempt at transcending the old antinomies of Sociological Reason. OpenAccess as well!
Há uma fraude no debate político português: a ideia de que Portugal é, ou alguma vez foi, uma economia liberal entregue ao mercado.
Sempre que algo corre mal — salários baixos, emigração, habitação, pobreza — a culpa é do "neoliberalismo". É mentira, e das mais caras que contamos a nós próprios, porque o diagnóstico errado garante o tratamento errado. O doente não morre de excesso de liberdade. Morre da sua ausência.
E isto não é novo. Não é uma deriva recente, nem herança do Estado Novo, nem produto da democracia. É a estrutura permanente de Portugal há cinco séculos.
Os Descobrimentos foram um monopólio régio — a Casa da Índia, o lucro do rei. Foi espetacular até os holandeses e ingleses entrarem com companhias privadas e nos varrerem. Tínhamos o império; eles tinham o mercado. Ganhou o mercado.
Depois: o ouro do Brasil gasto em prestígio. O dirigismo de Pombal. O corporativismo do Estado Novo. As nacionalizações de 1975. Cinco séculos, quatro regimes — e sempre a mesma gramática: o Estado é o empresário-mor, a renda substitui o mercado, o privilégio substitui o lucro ganho junto do cliente.
Chama-se economia de compadrio e é o oposto do mercado, não a sua versão extrema. É o que temos de combater.
As medidas são conhecidas. Doem a uma minoria organizada e beneficiam quase todos — que é exatamente por que não se fazem. Falta a coragem de fazer um grande contrato com a sociedade: nomear os custos em voz alta e mostrar que os benefícios são incomparavelmente maiores.
Portugal não fracassou no liberalismo. Nunca o tentou.
I'm saying this from experience, having first read the first three chapters through the lens of Postone. It took me around an extra year and a half to understand that his reading is very forced
The first chapter is like 50 pages. You should absolutely read it without a guide, or you'll just get absorbed into nonsense (albeit important) marxology disputes. Those should come after you've read the original text
Bernardo Pessanha (atualmente deputado do chega), Margarida bentes penedo (atual deputada municipal do chega) e Teresa Nogueira Pinto foram assinantes do manifesto original do 5.7.
O senhor Nuno ou é burro ou é desonesto. Vocês que escolham
Apanhei isto da nova "coqueluche" da extrema esquerda portuguesa. E começa a sua argumentação com uma mentira e que a desqualifica. Porque é uma invenção da sua cabeça.
O Miguel Morgado, que foi fundador do movimento 5.7, não tentou unir nada o Chega com os restantes partidos que ela cita. Sei, porque também fui fundador desse movimento, onde na altura fomos muito claros nos princípios e em quem tínhamos connosco. Ninguém do Chega fazia parte e não foi por acaso. A união da direita que o Miguel e os restantes membros preconizavam incluía o PSD, o CDS, a IL e a agora extinta Aliança. Alias, na sessão de apresentação discursaram, além do Miguel Morgado do PSD, o Carlos Guimarães Pinto (na altura já presidente da IL) e a Cecília Meireles do CDS. E faziam parte vários membros desta partidos, da aliança e ainda muitos independentes. Mas ninguém do Chega.
Se a senhora precisa de mentir para melhorar o seu argumento risível (ignora a violência da extrema-esquerda), então fica apresentada.
(...) e institucional, todas as formas de solidariedade natural, da família à nação e a sua memória histórica (…) [d]a mentira como prática política, [d]a reconstrução ideológica da memória histórica, e o redesenho sectário do nosso modo de vida às mãos da hegemonia cultural"
O mano tenta alegar que há uma ligação do adorno à CIA com base no adorno ter publicado um artigo num jornal q recebia financiamento, em parte, da CIA. Ao mesmo tempo que ignora o Marcuse (esse sim com ligações) pq concorda politicamente com ele. Por outras palavras, um charlatão
Gajo que fez uma carreira a falar das modas culturais importadas dos ianques a entrevistar um gajo que fez uma carreira a escrever livros com base em extrapolações hilariantes, senão trágicas, para criar uma das ditas modas
“Quem Pagou a Conta do Marxismo Ocidental?” é um novo livro de @gabrielrockhill que aborda a forma como o imperialismo se infiltrou e cooptou uma parte da intelectualidade dita marxista contra o socialismo naquilo a que chama “guerra intelectual mundial”. https://t.co/7OakNuvzA6
na minha cabeça não consigo dissociar uma conversa entre o Sérgio Sousa Pinto e o João Miguel Tavares de uma conversa entre o Hasan e o BadEmpanada. Slop puro. Diretamente nas minhas veias
O slop político em Portugal nem sequer emergiu na internet como na américa, veio mesmo diretamente dos jornais e das televisões. Ver um historiador a debater com um suíno em prime time TV é algo que se vê num Piers Morgan, mas por cá chama-se a isso o evento do mês