A esquerda entrou numa transe moral tão absurda que não é capaz de enxergar uma única ação de Lula fora do padrão.
Nem ética, nem autoritária, nem de justiça.
Eles não cobram nada, não criticam nada, não avaliam nada. Aceitam tudo e concordam com tudo.
É quase um ritual de adoração, um culto, veneração.
E tudo legitimado por um consórcio midiático sempre pronto a endossa-lo, que a ataca frontalmente qualquer que pense o contrário.
Aprendam com Ciro Gomes.
Assim como a palhaçada de Aécio em 2014 — pedir auditoria num sistema inauditável — legitimou o discurso do petismo e demais sentinelas da "democracia", Ciro, ao fazer o questionamento CORRETO sobre interferência do judiciário e abuso de poder, reforça a nossa demanda.
Não briguem com os números. É impossível obter provas materiais de fraude algorítmica em um sistema como esse.
O peso de um processo não recai apenas sobre quem é acusada. Ele também pode ensinar quem está assistindo a ter medo de falar.
É esse silêncio que rompemos neste vídeo. Mulheres de diferentes trajetórias reunidas em solidariedade a Isadora Borges e em defesa do direito de expressar nossas convicções.
Que a nossa voz chegue mais longe que o medo. Compartilhe.
E se eu me autodeclarar imperatriz do Brasil e organizar uma marcha para Brasília?
Lema do meu Império: superabundância do necessário e que nunca nos falte o superfluo.
Tomara que o Lula consiga tirar o Brasil desse desastre econômico que "o governo anterior" deixou, disse um colega. Ao ponto. Vamos aguardar e ver até onde o cinismo lulista irá.
Existe um motivo porque nenhum país do mundo, além do Brasil e o Butão, utiliza votação exclusivamente eletrônica.
Uma eleição democrática não é validada apenas por "certificações" de "autoridades".
Uma eleição democrática é, acima de tudo, TRANSPARENTE. Não para meia dúzia de ultra-especialistas em criptografia ou whatever. Pra o cidadão mediano.
Hoje, mais uma vez, temos bolsonaristas questionando o resultado das urnas.
Numa votação transparente, seria fácil resolver:
A gente escolheria uma amostragem de urnas e promoveria, à vista de todo mundo, uma recontagem dos comprovantes lá dentro, pra demonstrar que os votos batem com o resultado do boletim.
Mas no sistema que só existe no Brasil e no Butão, isso é impossível. Você precisa CONFIAR - por força de lei e sob ameaça de prisão - no resultado, "porque sim". Ou porque alguma autoridade ou especialista ou a OAB (??) certificou que as urnas são confiáveis.
Infelizmente, o antibolsonarismo psicótico transformou esse assunto numa questão "indiscutível". Por causa da necessidade doentia de ir contra qualquer coisa que o Bozo defenda, cobrar o padrão de transparência das maiores democracias do mundo virou sinal que vc é "antidemocrático" ¯\_(ツ)_/¯
Boiola.
Eu quero uma nova Era Vargas
Quero um novo médici.
Sem boiolismo liberal conservador aqui!
Quero mais Arlindo Veiga, Oliveira Viana, Conde de Afonso Celso.
E menos Mises, scruton e Burke.
acho que é impossível ser mais burro do que alguém que votou no lula e tem ORGULHO disso, posta story dizendo que salvou a democracia, conservou os direitos, impediu o brasil de virar quintal dos US...cérebro tá mais liso que um peito de frango
LULA ANUNCIA PRIVATIZAÇÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
Ogoverno Lula anunciou, apenas dois dias depois da reeleição do presidente, sete leilões de transmissão de energia entre 2027 e 2029. O Ministério de Minas e Energia reservará a empresas privadas a construção e a exploração de novas linhas e instalações da rede elétrica. O mandato que ainda nem começou já tem uma oferta aos capitalistas: uma parte decisiva da expansão do sistema elétrico nacional.
O calendário, divulgado na terça-feira (27), prevê três disputas em 2027 e duas em cada um dos anos seguintes. Não foram postas à venda as linhas que hoje operam no País. O que o governo oferece são concessões para as instalações futuras. É agora, antes da construção, que se decide se a ampliação da transmissão ficará sob controle público ou será transformada em negócio de concessionárias.
A energia das usinas não chega sozinha à população. Precisa percorrer linhas e passar por subestações até alcançar cidades e regiões industriais. Quem assume a transmissão passa a explorar uma passagem obrigatória para o abastecimento do País. Ao planejar os leilões, Lula abre essa atividade aos empresários e lhes reserva uma fonte de receita sobre um serviço do qual toda a população depende.
Na campanha, o presidente pediu o voto dos trabalhadores para derrotar a direita. Mal saiu o resultado das urnas, seu governo confirmou a continuidade de uma das políticas mais caras aos grandes empresários. O programa foi apresentado imediatamente após a eleição e se estende por três anos do próximo governo. O recado aos capitalistas foi dado antes de qualquer compromisso de recuperar o que já lhes foi entregue.
O Ministério de Minas e Energia afirma que exigirá a confirmação da necessidade de algumas obras antes de incluí-las nos leilões, para evitar instalações sem uso e custos nas tarifas. Pode-se confirmar a necessidade de uma linha sem conceder sua exploração a uma empresa. O governo escolheu tratar a ampliação da rede como oportunidade para o parasitismo capitalista. A discussão sobre quando realizar cada disputa não muda quem receberá o negócio.
Os leilões de transmissão se somam às privatizações feitas sob Lula. Seu terceiro governo realizou 50 concessões federais de transportes entre 2023 e 2025. Estradas, portos e aeroportos continuaram a passar ao controle operacional dos empresários. Na concessão, o patrimônio pode permanecer formalmente público, mas a empresa recebe por anos o direito de explorá-lo. O nome do contrato não apaga a transferência de uma atividade pública para a obtenção de lucro privado.
No setor elétrico, essa política vem de longe. Fernando Henrique Cardoso abriu caminho para as grandes privatizações. Bolsonaro vendeu o controle da Eletrobrás em 2022. Lula chegou a criticar aquela venda, mas não a desfez durante o mandato que termina. Seu novo plano não aponta para a recuperação da empresa ou para a reunião do setor sob direção estatal. Acrescenta mais concessões a uma estrutura já repartida entre grupos privados.
A justificativa conhecida é que faltaria dinheiro público para construir a infraestrutura necessária. O governo restringe seus próprios investimentos e depois apresenta a entrada dos empresários como solução inevitável. A linha de transmissão precisa ser construída; disso não decorre que um capitalista deva explorá-la. O Estado pode planejar, executar e operar as obras de acordo com as necessidades do País. Lula prefere entregar a expansão da rede a empresas que só assumem a obra para receber por sua exploração, com a remuneração incluída nos custos do sistema pagos pelos consumidores.
A reeleição de Lula não interrompeu a marcha das privatizações. A primeira notícia importante do setor elétrico após a votação foi um calendário de entregas para o novo mandato. O governo que se apresentou como barreira à direita prepara uma política ainda mais direitista do que a dos seus mandatos anteriores, apoiada cada vez mais nos capitalistas para realizar obras essenciais. A dependência dos empresários cresce na mesma medida em que o Estado abre mão de controlar a infraestrutura.
É preciso barrar os leilões, recuperar as atividades privatizadas e colocar geração, transmissão e distribuição sob controle estatal. Uma rede elétrica nacional deve ser ampliada para atender a população, ligar as regiões do País e sustentar seu desenvolvimento. Lula escolheu outra prioridade: anunciar aos capitalistas, logo depois de receber os votos, que as novas linhas de transmissão também estarão à sua disposição.
No 1º turno, Lula parou na rejeição e piorou sua votação em 98% dos municípios (perdeu 3,4 milhões de votos em relação a 2022).
No 2º turno, Lula contrariou as projeções e ganhou 10,4 milhões dos 14,1 milhões de votos novos, avançando em 5.567 de 5.571 municípios.
Moro no Piauí e conheço bem a gestão de Rafael Fonteles.
Um governador que investe pesado em marketing, aposta em PPPs questionáveis, adora aumentar impostos e utiliza empréstimos bilionários para financiar investimentos de resultados discutíveis.
Se o PT procura um novo Haddad para a economia, encontrou um forte candidato!
A REALIDADE FISCAL 📉
Os números do governo Rafael revelam uma preocupante sequência de déficits primários:
🔴 2023: R$ 138 milhões
🔴 2024: R$ 1,83 bilhão
🔴 2025: R$ 1,25 bilhão
🔴 2026: projeção de quase R$ 2 bilhões!
São mais de R$ 5 BILHÕES de déficits acumulados, caso a projeção se confirme.
E estamos falando de um estado cuja Receita Corrente Líquida gira em torno de R$ 20 bilhões!
NA COBRANÇA DE IMPOSTOS, RAFAEL É REI! 💸
Rafael elevou a alíquota modal do ICMS para 22%, colocando o Piauí entre os estados com as maiores alíquotas do Brasil.
Até a energia solar entrou na discussão tributária!
A receita cresce, a arrecadação aumenta, mas o equilíbrio fiscal continua distante.
O contribuinte paga cada vez mais. E o governo continua gastando além da conta!
A DÍVIDA PRATICAMENTE DOBROU! 💣
Rafael herdou de Wellington Dias uma dívida consolidada de R$ 9,07 bilhões, em dezembro de 2022.
Ao final de 2026, essa dívida poderá ultrapassar R$ 18 BILHÕES!
Isso significa praticamente dobrar o endividamento estadual em apenas quatro anos.
Uma conta que ficará para os próximos governos e para as futuras gerações de piauienses.
A CONTA DOS EMPRÉSTIMOS CHEGOU! 📊
O serviço da dívida, considerando juros e amortizações, disparou:
2023: R$ 1,35 bilhão
2024: R$ 1,76 bilhão
2025: R$ 2,40 bilhões
Um crescimento de aproximadamente 77% em apenas dois anos!
Enquanto Rafael comemora novos empréstimos, uma parcela crescente do orçamento fica comprometida com o pagamento de dívidas antigas.
O MILAGRE DOS INVESTIMENTOS! 🚧
O governo divulga recordes de investimentos, mas evita destacar o peso das operações de crédito no financiamento dessas despesas.
São bilhões em empréstimos para financiar obras espalhadas pelo estado, muitas delas de impacto localizado.
A pergunta que fica é simples:
Depois de tanto dinheiro emprestado, quais grandes problemas estruturais do Piauí foram efetivamente resolvidos?
PPPs: PROPAGANDA NÃO É RESULTADO! 🚰
Rafael transformou as parcerias público-privadas em uma de suas principais vitrines.
Mas o Piauí continua enfrentando graves deficiências de saneamento, baixa cobertura de coleta de esgoto e reclamações sobre falta de água.
Não basta anunciar contratos milionários e prometer investimentos.
O que interessa é água na torneira e esgoto tratado!
SEGURANÇA PÚBLICA OU MARKETING? 📱
O governo transformou a recuperação de celulares roubados em uma de suas maiores bandeiras publicitárias.
É uma iniciativa positiva, mas não pode ser confundida com a solução para a violência.
Teresina continua enfrentando problemas graves de criminalidade.
Recuperar celulares é importante. Garantir que o cidadão não seja assaltado é muito mais!
O MODELO RAFAEL FONTELES
O roteiro se repete:
💸 Aumenta impostos.
🏦 Contrai empréstimos bilionários.
📉 Acumula déficits primários.
💣 Amplia o endividamento.
📺 Investe pesado em publicidade.
🚧 Comemora obras e investimentos.
Enquanto isso, o Piauí continua com enormes desafios estruturais.
Muito marketing para resultados que merecem ser questionados!
QUEM VAI PAGAR ESSA CONTA?
Rafael Fonteles poderá encerrar seu quarto ano de governo com uma dívida consolidada superior a R$ 18 bilhões, praticamente o dobro da herdada em 2022.
O problema não é simplesmente contrair empréstimos. É aumentar o endividamento sem demonstrar resultados estruturais proporcionais e sustentabilidade fiscal no longo prazo.
O governo contrai os empréstimos hoje. Os piauienses pagarão a conta amanhã!
📊 Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional. Os valores de 2026 são projeções, não resultados oficiais.
Lula saiu de político rejeitado por mais da metade do eleitorado pra maior fenômeno eleitoral da história da humanidade em 21 dias - tudo isso sem que as pesquisas captassem essa espetacular melhora de imagem. Incrível!
A VITÓRIA DE LULA NÃO É A VITÓRIA DO BRASIL, ou: Quem vota em Lula, vota em Bolsonaro; e vice-versa
Aviso aos navegantes: O novo mandato do lulopetismo não expressa uma conquista do Brasil, sua vitória eleitoral não protege a democracia, não representa os interesses dos trabalhadores, e será incapaz de defender a soberania nacional.
Antes que me confundam, votei e pedi voto nulo no segundo turno. No primeiro, fui de Rui Costa Pimenta [do PCO]. Minhas declarações foram públicas, estão em postagens publicadas em pelo menos duas redes sociais, e em duas lives nas três últimas semanas.
Nesse blog, há um texto em que contesto o apoio da direita a Flávio, dizendo que um governo dele seria parecido com o poder da Alerj [Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro], um exemplo notório de Narco-Estado.
Fiz oposição ferrenha a Jair Bolsonaro. Eu o chamava de Bozó e Mentecapto-Mor, apelidava seu governo de Reino dos Bozós. Pedi impeachment ainda em 2019. Desde 2020 avisava que ele articulava um golpe de Estado, mas que falharia porque o Exército não compraria sua briga, uma análise que se mostrou acertada. Minha avaliação do 08 de janeiro de 2023, publicada no mesmo dia dos acontecimentos, era de que se tratava de um evento golpista e que os envolvidos tinham de ser presos, incluindo o próprio Bolsonaro.
Flávio teria minha oposição caso tivesse vencido as eleições. Mas quem venceu foi Lula, que é Governo desde 2023, e cujo partido domina a Nova República desde 2002. Nesse período, o PT só perdeu uma eleição presidencial, em 2018, e por cálculo do próprio Lula, que preferia entregar o poder a Bolsonaro do que perder a hegemonia do campo de esquerda.
Não há qualquer sentido, portanto, em se considerar oposição aos rumos do país na última geração, se declarar contrário ao neoliberalismo, à americanização da política brasileira, à polarização ideológica copiada do modelo ianque, à financeirização da economia, ao avanço do crime organizado, ao cartel bancário etc. , e comemorar a vitória de Lula em 2026.
Nem mesmo a cartada de defesa da democracia é minimamente crível. O adversário de Lula tinha por principal "arma" a vitória nas eleições para o Congresso, não o Exército, as polícias, as milícias, ou qualquer outra instância capaz de articular um Golpe de Estado.
Pelo contrário, é Lula quem se encontra no poder, ele é quem fez uso explícito da máquina pública na reta final de campanha, quem contava com apoio da grande mídia liberal [Organizações Globo, UOL, Estadão etc.], e se fazia defensor de um modelo de governo que dá poderes excepcionais ao Supremo Tribunal Federal, cujos Ministros estão às voltas com denúncias de corrupção, fazem às vezes de articuladores partidários, e se dizem tutores da democracia, intervindo às claras no processo político.
Outra cartada possível dos defensores de Lula é a defesa da soberania nacional. O bolsonarismo sempre foi um patriotismo de goela. Em 2018, avaliei que o núcleo duro dentro do castelo de poder bolsonarista eram agentes filo-americanos e sionistas.
Minha avaliação não mudou esse ano, e dias atrás critiquei movimentos nacionalistas, como os russófilos da NR e seus aliados, que se abraçavam a Flávio desconsiderando que ele era o representante do sionismo no Brasil. O apoio de Trump, o artífice de uma nova Doutrina Monroe, dá a medida do quanto o bolsonarismo é um pseudo-nacionalismo.
Mas Lula não é muito melhor. Seu governo tornou as universidades públicas em cópias pioradas da USP, meros elos de correntes que grassam na esquerda californiana. Sua militância cristaliza o domínio ideológico do identitarismo estadunidense em uma parte imensa da juventude, e é usada para moldar o arcabouço jurídico e criminalizar opiniões e posicionamentos contrários.
Os apoios que Lula busca para derrotar o bolsonarismo são correntes ou alas do establishment político ianque e da UE: o social-liberalismo do Partido Democrata, a Social Democracia europeia. Lula e Bolsonaro não passam de dois modos diferentes de se associar ao imperialismo e à hegemonia ideológica dos EUA.
Críticos do bolsonarismo apontavam ainda outras características de seu movimento, como a flexibilização das leis trabalhistas, o fiscalismo, os perigos para a Previdência. Por razões óbvias, todos esses argumentos podem ser usados igualmente contra Lula, cuja biografia está entrelaçada com a consolidação de mecanismos de austeridade fiscal, de independência [de fato] do Banco Central, e de reformas previdenciárias.
Na mesma campanha em que Lula criticava retoricamente o anúncio de um "tesouraço" por Flávio, sua equipe econômica se reunia com próceres do "mercado financeiro" para estipular reformas e programas de rigoroso ajuste fiscal, que incluem revisões das despesas obrigatórias, de vinculações e indexações constitucionais, e de reforma administrativa.
O PT explorou o verde-amarelo nessas eleições, como se sua militância não tivesse execrado as cores nacionais nos últimos anos, chegando a sugerir mudanças no uniforme da seleção brasileira. Colocou também sua militância para cantar o Hino da Independência na Avenida Paulista, como se seus seguidores não copiassem as pautas do beatiful people de Nova Iorque e San Francisco.
Lula derrubou sua última diferença notável parar o bolsonarismo. Agora também pode ser chamado de "patriota de goela".
Não existirá qualquer saída para a pseudo-polarização que permite o domínio do cartel bancário enquanto os brasileiros, incluindo aqueles que pedem continuamente a superação dessa dicotomia em prol de um projeto de união e de desenvolvimento nacional soberano nos âmbitos econômico e cultural, decidirem se abraçar a um dos lados na hora das eleições.
Como denuncio há anos, lulopetismo e bolsonarismo se retroalimentam. Não existe possibilidade de votar num deles contra o outro. Quem vota em um, está votando também no outro, ainda que fantasie algo diferente.
Nessas eleições, O lulismo levou o Executivo, o Norte e o Nordeste. O bolsonarismo é a força dominante no Legislativo, e no Centro-Sul. Lula se rodeou de Janja, André Janones, Ana Elisa, Flávio Dino, Zanin, Alckmin. O bolsonarismo tem Nikolas, Pavanato, Tarcísio, André Mendonça, Michelle.
E o Brasil? O Brasil perdeu de novo.
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