Pronto. Chegaram os inimigos do travessão. Agora, qualquer coisa que tenha travessão — inclusive isso aqui que tô escrevendo agora — automaticamente foi "escrito por IA".
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Vá ler um livro, porra.
Cara, tem alguns pontos positivos, mas como narrativa não funciona. Ficou pobre demais. A ambientação e a fotografia são interessantes e conseguem transmitir um pouco do estado psicológico que era descrito nas creepypastas e nos próprios vídeos do Kane Parsons, mas só isso não sustenta uma história de 110 min.
Acabei de assistir "Backrooms" e, honestamente, não sei o que pensar. A única conclusão que cheguei por enquanto foi a de que devo ter acordado de um coma de 20 anos — ou, talvez, deva sair mais de casa às sextas-feiras. Eu sabia que uma horda gen Z seria responsável por ocupar 90% da sala, mas, repito, estou sem palavras.
Desde quando as meninas saem vestidas como a boneca Emília e os rapazes como o filho do Will Smith?
Pelo menos valeu pela experiência antropológica.
Muito obrigado por esclarecer! O pessoal que tava na sala de Backrooms tava comportado. O povo esquisito era desse digital circus mesmo, então. Nem conhecia essa bosta. Pqp. Hahahahahahahaha
Por isso nunca mais tinha ido em cinema de shopping. Pelo menos dei risada.
@ianmdo Achei que ia falar do filme foi falar do jeito que o povo tava vestido? Sorte a sua não ter ido ver digital circus que eu descobri que o fandom é mais doido ainda kkkk
@amementum Então, o pessoal que tava na sala de Backrooms estava ok. Quem tava vestido igual biruta era o pessoal desse digital circus, então. Agora entendi. KKKKKKKKKKKKK
Coisas que eu faria, se fosse assessora especial para assuntos femininos de Flávio Bolsonaro e quisesse conquistar o voto das mulheres:
1/10 — Esqueceria essa bobagem de “vice mulher”.
2/10 — Colocaria Flávio no shape: vlog diário, musculação pesada, jiu-jitsu e uma estética mais militarizada, com inspiração direta em Top Gun. Manteria até a tradição da moto, agora com capacete preto.
Esse é o combo que melhor combina com ele: não a imagem de “pai gente boa perdido”, muito menos essa tentativa constrangedora de fazê-lo dançar como Trump.
Ao mesmo tempo, contrastaria essa estética mais dura com a postura que ele já tem: a do cavalheiro gentil, o homem de armadura que, por baixo da máscara, carrega um coração ferido, “oh, tadinho, eu posso cuidar dele!”
Em pouco tempo começaria o zum-zum-zum: “Ele é fascista, mas é bonito, né?”, acompanhado dos edits no TikTok com a música “não se acanhe, novinho, não se acanhe”.
Impressionante como o nível dos memes da turma autointitulada "verdadeira direita" é tão baixo quanto o da esquerda. Inimigos do riso. Completamente incapazes de fazer UMA UNIDADE de piada boa.