🚺 🇺🇦 Natália Boulos, esposa de Guilherme Boulos, se exalta em debate com Arthur do Val (Mamãe Falei) sobre o PL da Misoginia, ataca o ex-deputado e quase parte para cima dele após uma piada sobre sua avó, que é ucraniana: “Apresenta pra nós”, disse ele.
A razão pela qual o autodeclarado liberalismo brasileiro sempre descamba para o reacionarismo por competição política é histórica e sociológica. O liberalismo, enquanto macroideologia, surge dentro da burguesia e das classes médias intelectuais urbanas no alvorecer da industrialização. No Brasil, ele era importado enquanto o país era 80% rural e a escravidão era a marca central de uma economia marcada por direitos de propriedade muito frágeis e, para não dizer, ilegítimos.
Por isso que sempre descamba para um reacionarismo a la "tem que matar bandido mesmo" ou nunca deu o salto para um novo liberalismo inglês ou o liberalismo americano, porque a luta deles nunca foi pela liberdade civil, ou mesmo a econômica, mas pela manutenção da propriedade que já existia e menor presença da União na sua parcela de poder localizado.
Ah, mas tem fulano, mas tem ciclano... tem, mas enquanto corpo político, enquanto movimento, sempre descamba pra essas loucuras reacionárias.
Por isso que todas as políticas vistas como sucessos liberais vieram de partidos à esquerda ou à centro-esquerda que empregaram policymakers liberais... porque o próprio governo limita o avanço da loucura.
o pior de tudo é q um adolescente de no máximo 17 anos que acha q favelado e pobre devia morrer, acredita q meritocracia existe, faz piada com estrupo, é misogino,não tem o minimo de noção de realidade e desigualdade social e tem dinheiro dos pais a mão beijada achou isso o auge
Em 1989, no debate da Band, Lula ironizou Ronaldo Caiado:
“Quando você chegar a 1,5% eu faço (a pergunta pra você).”
Caiado terminou aquela eleição com 0,72% dos votos.
37 anos depois, a frase continua valendo:
“Quando você chegar a 1,5%, eu faço a pergunta pra ele.”
Porque, convenhamos… depois de quase quatro décadas, Caiado continua sendo… Caiado.
Minas Gerais é conhecido como o termômetro político do Brasil. Carrega, desde que me entendo por gente, a mística de que "quem ganha em Minas ganha a presidência". Historicamente, o estado é associado à conciliação e à moderação. O tal do jeitinho mineiro de agir em silêncio e pelas beiradas até ostentar o justo protagonismo de quem tem em suas páginas a Inconfidência e papel fundamental na redemocratização. Terra de Juscelino, Itamar, Afonso Pena, Venceslau Brás, Artur Bernardes, Tancredo, Milton Campos e Tiradentes.
Para uma terra dessas ter virado berço de Zema, Nikolas e Cleitinho, sabotaram tudo e mais um pouco por lá. Que lástima!