Aí o autista do Brasil gosta de comer merda, pular numa bola de pilates com colher na mão, ficar gemendo igual Michael Jackson.
País de filhos da puta.
UM DESABAFO SOBRE A CAZÉ TV:
Uruguai 2x2 contra o Cabo Verde.
um grande jogo de futebol.
a história sendo escrita.
um espetáculo.
tudo correndo bem, grande transmissão da cazé tv inclusive...
estou completamente entretido.
até um dos comentaristas proferir a seguinte frase no minuto 85:
"quem não tá nervoso.... é maluco."
.........................
calma aí, cara.
calma aí.
o jogo estava muito bom, confesso. mas para por aí.
eu não sou maluco porque não estou nervoso em um jogo do Cabo Verde.
eu seria maluco, se eu estivesse nervoso assistindo um jogo do Cabo Verde.
afinal o jogo está um barato... mas eu ainda estou assistindo coçando o meu saco.
ok, não literalmente.
ou talvez.
fiquei realmente incomodado com essa frase.
estou pensando nela até agora.
e precisava compartilhar isso publicamente.
tudo tem limites, Casimiro.
assim encerro meu relato.
muito obrigado.
🙏🙌
já podemos chamar esse aqui de “putinha do vasco” né?
faz de tudo pra jogar bem contra o vasco, arruma k.ozin em campo pra ser amostrar pra torcida dele mas no final sempre se fode.
é muito puta, muito puta.
Vou deixar o clubismo de lado:
O Coutinho abriu mão de dinheiro pra estar no @VascodaGama ?
Coutinho, primeiro que foi o Vasco quem te deu tudo. Segundo que o Vasco foi a tentativa de ressurreição de uma carreira que estava em decadência.
Terceiro... você veio, ganhando 1,7 milhões por mês. Isso dá mais de 20 milhões ANUAIS. É quase um patrocínio master EXCLUSIVAMENTE pra você, meu caro.
E, por último, mas não menos importante... você NUNCA será maior que a Instituição Vasco da Gama e, portanto, você deve ao dono da Instituição (o torcedor) todo e qualquer tipo de satisfação.
Se a torcida acha que você não entrega o que ganha, tem que abaixar a cabeça e TRABALHAR.
Quando você veio para o Vasco, sabia das condições. Sabia que seria O CARA e A CARA do clube.
Achou mesmo que não seria cobrado?
Você é um frouxo que não merece ganhar o que ganha.
𝟎𝟔 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟑.
Era a 18ª rodada do Campeonato Brasileiro e o C.R. Vasco da Gama era o lanterna da competição, com apenas nove pontos conquistados, oito pontos de distância do primeiro time fora do Z-4.
Sinal de terra arrasada: não havia esperança, sinais iminentes de crise e rompimento na SAF, estádio interditado, torcida punida, histórico recente pesando e apontando para mais um descenso que inviabilizaria ainda mais o clube. Precisávamos de mais do que um milagre para reverter esse pesadelo que parecia irreversível.
Eis que, aos 45 minutos do segundo tempo do fechamento da janela de transferências, após tentativas frustradas de contratar um centroavante, surge Pablo Vegetti, com 34 anos.
Ele saiu do clube onde era artilheiro e ídolo na Argentina e topou o desafio. Foi anunciado na sexta-feira, treinou no sábado e foi para o jogo no domingo, entrando no segundo tempo. Precisou de apenas 14 minutos em campo para fazer o gol da primeira vitória do time em São Januário naquele campeonato, quebrar a sequência negativa, trazer a confiança que faltava e... o resto é história.
Pablo Vegetti foi essencial na recuperação histórica do time no campeonato, com a permanência na elite. No ano seguinte, levou a equipe às semifinais da Copa do Brasil e, no ano passado, à final da Copa do Brasil após 14 anos, renovando as esperanças do torcedor de que o Vasco pode, sim, voltar a brigar por coisas grandes daqui para frente.
Pablo Vegetti fez 60 gols com a Cruz de Malta e se tornou o 31º maior artilheiro da história do clube, o 2º maior artilheiro estrangeiro da história, o maior artilheiro estrangeiro no Brasileirão e o 2º maior artilheiro do terrível século XXI — além de ser o estrangeiro com mais gols nesse século com nossa camisa.
Capitão, líder, decisivo, artilheiro e alguém que contagiou torcedores mirins com a comemoração do Pirata.
Alguns podem chamá-lo de ídolo pela identificação que foi criada; outros não têm tanto apego pelas últimas atuações individuais, pelo desfecho dessa história e por entenderem que a galeria de ídolos do CRVG é um patamar bem acima. O meu sentimento nessa despedida não é nem um e nem outro, mas é de gratidão por ele ter reacendido a chama e a esperança quando tudo parecia não ter mais solução, quando o fim institucional parecia bater na porta.
Cada gol que tanto vibramos — a cada cabeçada mortal, nos pênaltis decisivos marcados —, por fazer o torcedor em cada canto do país voltar a se reunir nos bares e vibrar com gols na Copa do Brasil contra Fortaleza, CAP, Galo e Fluminense que ficarão marcados, assim como no Brasileirão contra Grêmio, Fluminense e outros.
Infelizmente, o desfecho dessa história não foi como sonhávamos, mas, se hoje podemos sonhar com dias melhores, foi porque, lá atrás, o Vegetti acreditou quando ninguém acreditava, plantou uma semente e, no tempo certo, ela vai germinar com a reestruturação do clube e a volta da competitividade.
Obrigado por honrar a camisa, pirata. Boa sorte na sequência da carreira. Você será um de nós por onde estiver. 🤍🏴☠️💢