Muito fácil passar pelas pessoas em situação de rua e fingir que não vê ou coloca-los em algum lugar sem assistência pra falar que "ajudou"... Muita falta de empatia e amor pelo próximo.
Na época da pandemia os trabalhadores eram intimidados pra abaixar suas portas, aí eu pergunto: Quem ia colocar comida na mesa deles?
O governo pouco se importava, só estava pensando no dinheiro que ia para o próprio bolso.
25.999 é meu número. Vote em mim.
Mais um depoimento sobre a inauguração da nossa casa apoio. Com isso quero que vocês vejam as ações, tudo que fazemos por aqueles que são esquecidos nas ruas de Ribeirão Preto.
25.999 é o número certo.
Quantas pessoas que ficam longe de suas famílias por causa das drog as, né?
E com esses depoimentos você podem ver que EU FALO e FAÇO, por toda Ribeirão Preto.
Precisamos tratar dos adictos como seres humanos! E um dos meus trabalhos é esse...
Falar é fácil, quero ver ir lá abraçar, cuidar e devolver pra sociedade como pessoas dignas novamente.
Vote em mim, pois eu FALO e FAÇO! 25.999, Eduardo Cornélio.
Depoimento do Bruno, falando que precisou alguém acreditar nele pra ele sair da vida de morador de rua e usuário.
Vote em mim. 25.999, Eduardo Cornélio.
Tenho certeza que muitos de vocês lembram que eu FUI PRESO POR DEFENDER NOSSO TRABALHO! Por defender o NOSSO SUSTENTO na pandemia!
EU LUTEI E CONTINUO LUTANDO POR VOCÊS! Vote em mim, 25.999, Eduardo Cornélio.
O sistema trata o adicto como diferente, eles "varrem a sujeira pra debaixo do tapete", mas não é isso.
Precisamos RESOLVER! e eu RESOLVO! Sem ajuda de governo, porque pra eles os usuários em situação de rua não são ninguém.
Toda semente que plantamos, floresce!
Eu me coloco na mesma posição deles, porque eles são DOENTES! Meu papel é esse: levo eles para as clínicas certas.
Vote em mim. 25.999, Eduardo Cornélio.
Eu vou atrás das pessoas que estão morrendo! as quais NINGUÉM dá atenção, NINGUÉM oferece ajuda...
Eu sei como trabalhar com isso, são mais de 20 anos nisso... Se eu TIVESSE AJUDA financeira do governo COM CERTEZA ajudaria mil vezes mais.
25.999, Eduardo Cornélio.