Eu sou de esquerda porque acredito no bem comum: comida no prato de todos, salário digno, descanso, educação e saúde. Para mim, ser de esquerda é simplesmente ser humano.
Atriz Maria Eduarda de Carvalho rebate críticas de Rico e DA AULA para o influenciador sobre a Lei Rouanet:
“Gente, comparar a Lei Rouanet com Bets é como você dizer que um cassino e um hospital são a mesma coisa, só porque os dois movimentam dinheiro. Querido, a Lei Rouanet não é um pix que o governo faz para os artistas, não. Lei Rouanet é uma licença que o governo dá para que as empresas investam em projetos culturais em troca de um abatimento no seu imposto de renda…. Mas, claro, é muito mais fácil influenciadores desviarem o foco do problema do que admitirem que sua fonte de renda é, na verdade, a ruína dos seus seguidores”.
Não adianta aprovar o fim da escala 6 por 1 no Congresso, se o Supremo ameaça acabar com os direitos trabalhistas, legalizando a fraude da PEJOTIZAÇÃO!
Chega de precarização do trabalho. Chega de acabarem com nossas garantias.
Nem um direito a menos!
#lutecomoumtrabalhador
#pelofimdapejotização
#pejotizaçãoéfraude
#supremocontraotrabalhador
#atéquandovocêvaificarsemfazernada
#nemumpassoparatrás
#rachelsheherazade
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.
Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo.
Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos.
Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação.
O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo.
E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução.
Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado.
Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná.
E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro.
Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis.
Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.
Rachel Sheherazade DETONA matéria sobre Virgínia:
“Quando uma revista divulga que a mulher mais relevante do país é uma influenciadora de jogos de azar, ela rebaixa todas as mulheres brasileiras… Tatiana pode ganhar o Nobel de Medicina, mas ainda assim, para a mídia brasileira, ela é irrelevante.”