@factsaccountt This a pure war propaganda, they are preparing people for food shortage.. picturing extreme thinness attractive also to avoid rebellion. Just like they done before :)
Die Veranstalter haben die Parade Zug der Liebe durch Berlin abgesagt. Grund sei die spürbare Veränderung des gesellschaftlichen Klimas. https://t.co/4y4DmmfYlk
🚨 BREAKING:
The BBC has compiled evidence of 160+ Palestinian children deliberately shot in the head by Israeli snipers in Gaza.
The reports state: "Israeli Jews are hunting children for sport."
"Israel é o único país do mundo capaz de bombardear 9 países e invadir 3 países vizinhos em um único ano; matar 100.000 pessoas (25.000 crianças) em 1.000 dias; deslocar quase 6 milhões de pessoas em 3 países; submeter 2 milhões de pessoas em Gaza à fome; violar as Convenções de Genebra e de Viena, o direito internacional, os direitos humanos e a soberania estatal; sequestrar, estuprar e torturar crianças e mulheres; atirar, prender e assassinar... e, ainda assim, posar de vítima."
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Em Versalhes - O acordo de paz na guerra do Oriente Médio já foi assinado por Estados Unidos e pelo Irã nesta quarta-feira (17) e já está em vigor, confirmaram os governos dos dois países.
O documento foi assinado pelos presidentes dos EUA, Donald Trump, e do Irã, Masoud Pezeshkian. A Casa Branca e o Ministério das Relações Exteriores iraniano confirmaram a assinatura, que ocorreu de forma eletrônica.
Segundo o site norte-americano Axios, os dois países decidiram adiantar a assinatura para acelerar sua implementação e a reabertura do Estreito de Ormuz. Inicialmente, a formalização estava prevista para ocorrer em uma cerimônia presencial em Genebra, na Suíça. O encontro ainda deve ocorrer, porém com outra finalidade, segundo o Irã.
Trump assinou o acordo durante o jantar com o presidente da França, Emmanuel Macron, e sua equipe mandou uma foto do documento para os iranianos, segundo a agência de notícias AFP.
O documento tem 14 pontos e foi divulgado pelos EUA e pelo Irã nesta quarta. Ele inclui garantias de que Teerã nunca terá armas nucleares, a suspensão de sanções norte-americanas contra o país e uma compensação financeira ao governo iraniano.
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