Universidades federais viraram desperdício de dinheiro público!
Olha essa “Jornada Agroecológica” que aconteceu na Universidade Federal do Paraná, promovendo pautas ligadas ao MST, Cuba, Venezuela e outros temas com forte viés ideológico de esquerda.
É o fim do mundo! Esse povo faz de tudo, menos focar no que deveria ser prioridade: estudar, pesquisar, formar bons profissionais e contribuir de verdade para o Brasil.
Infelizmente, nós pagamos a conta dessas universidades “gratuitas”, que deixam a educação de lado para virar palanque ideológico. Em vez de conhecimento, disciplina e preparo para o mercado, o que vemos é militância, mimimi e chororô.
Tenho falado há muito tempo: essas instituições prestam um desserviço à sociedade quando priorizam ideologia em vez de educação de verdade.
É com isso que nossos impostos estão sendo gastos. Nada é de graça. Somos todos nós, trabalhadores, empreendedores e pagadores de impostos, que bancamos essa conta.
Até quando as universidades federais vão continuar usando dinheiro público para empurrar ideologia, enquanto o Brasil precisa de formação, inovação, produtividade e futuro?
Você concorda com isso?
O PT e essa turminha é suja demais. Mas a verdade sempre prevalece.
Não tenho rabo preso com ninguém. Podem me acusar à vontade, que a pecha não vai colar aqui não.
Quem é de verdade sabe quem é de mentira. E vocês vivem disso: MENTIRA.
Seguimos contra os intocáveis.
🚨 AGORA Correios cria programa social "Cartinhas ao Presidente", onde eleitores enviam declarações de afeto escritas diretamente para o Itamaraty, mas programa tem baixa adesão, já que petistas não sabem escrever, o presidente Lula não sabe ler e os Correios não entregam
Imagina o Bozo comendo paca:
* Multa do IBAMA
* Nota do greenpeace
* Luisa Mell chorando
* GLOBO: um milhão de pacas são assassinadas por dia no Brasil
* Esquerda: Lei criminalizando pacacídio
* Artistas gravando música "salvem as pacas"
* Fábio Porchar adota um casal de pacas
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, rejeitou o pedido da CPI do Crime Organizado para restabelecer a quebra de sigilo da Maridt Participações S.A., empresa ligada ao ministro Dias Toffoli. A decisão mantém a anulação anteriormente determinada pelo ministro Gilmar Mendes. Fachin fundamentou sua negativa na jurisprudência da Corte, que impede o presidente do Tribunal de revisar ou exercer controle hierárquico sobre decisões individuais de seus pares, salvo em situações de extrema excepcionalidade.
A investigação parlamentar mirava os negócios da Maridt com a empresa Reag, vinculada ao Banco Master, especificamente sobre a gestão do resort de luxo Tayayá, no Paraná. Toffoli confirmou integrar o quadro societário da companhia, mas ressaltou que a administração é conduzida por familiares. A CPI havia aprovado o acesso aos dados bancários, fiscais e telemáticos da empresa para apurar eventuais irregularidades, medida que agora permanece suspensa por ordem do Judiciário.
O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), criticou a decisão, afirmando que ela limita o avanço das investigações e interfere nas prerrogativas constitucionais do Congresso. Segundo o parlamentar, a comissão irá recorrer para que o Plenário do STF avalie o caso e restabeleça a autonomia investigativa do colegiado. Enquanto isso, Fachin reforçou que o papel da presidência da Corte não é atuar como uma instância revisora de atos monocráticos de outros ministros.
🎥 Reprodução: Agência Brasil
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REVISÃO DOS BENEFÍCIOS SOCIAIS
O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o Brasil precisa retomar a produtividade através de mudanças estruturais. “O melhor programa social que existe é o emprego”, disse, em painel no evento Nomad Global Invest Day, que aconteceu nesta terça-feira (17), em São Paulo, com a presença de Nathalia Rodrigues, diretora de jurídico, compliance e regulatório na Nomad.
“Nós precisamos também de uma revisão corajosa dos benefícios sociais, além dos pentes finos feitos regularmente”, cita o ex-ministro, destacando que pente finos pegam irregularidades, mas que é necessário mais.
Segundo Meirelles, que foi presidente do Banco Central (BCB), entre 2003 e 2011 no Governo Lula, e ministro da Fazenda no Governo Michel Temer, entre 2016 e 2018, o crescimento sustentável não é possível no longo prazo sem que haja realização de reformas estruturais.
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Foto: Reprodução
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Para sua reflexão, com a palavra Fernando Gabeira.
Como tenho afirmado, todas as decisões recentes do ministro Alexandre de Moraes precisam ser revistas e anuladas. Isso implica, de forma imediata, na libertação de Jair Bolsonaro e de todos os demais envolvidos em inquéritos marcados por vícios graves, nos quais o magistrado atuou simultaneamente como juiz, investigador, acusador e supostamente como parte interessada.
Um Estado de Direito não pode prosperar quando as garantias fundamentais do devido processo legal são violadas. Justiça exige imparcialidade, limites institucionais e respeito à lei.