Villas-Boas: "O país ia parar porque o Benfica ia ganhar e ninguém ia trabalhar. Para que isso acontecesse, Miguel Nogueira deveria ter sido "padre", mas não foi: foi apenas árbitro, isento e sério, em mais um clássico do futebol português. Mas vejamos o lado positivo: com a vitória do FC Porto, perderam-se horas de diretos e filmagens do autocarro do Benfica e assim se pouparam milhares de euros em gasolina, que está muito cara."
Há uma espécie de prostituição intelectual no comentário desportivo.
Comentadores que são adeptos fervorosos do Benfica mas vestem a camisola da “independência” para vender clubismo como análise objetiva.
Não me incomoda que um benfiquista veja vermelho onde os analistas de arbitragem vêem amarelo, pois o disparate é livre.
Incomoda-me é que o espectador não saiba que está a ouvir um benfiquista doente apresentado como comentador independente.
Um dia destes volto para saber se já se lida com o facto de o FC Porto ter vencido de forma limpa e clara o Super Benfica.
As noites não me permitem ver em direto e puxei a "fita atrás" pra ver e ouvir o Tiago.
Que amasso, meu caro Tiago.
Ainda melhor que na semana anterior.
Perante o ódio o sorriso e os argumentos de quem tem razão, com a ironia que isso permite.
"O Benfica deixou de jogar nas notas de rodapé e passou a jogar no Dragão e, portanto, a fanfarronice durou uma semana e o banho de realidade durou 90 minutos." 💥