🚨Lula criou uma organização criminosa de produção de mentiras contra Flávio Bolsonaro.
Me ajude a combater essas mentiras compartilhando este vídeo.
- Flávio Bolsonaro não vai acabar com o SUS.
- Flávio Bolsonaro não vai diminuir o valor das aposentadorias.
- Flávio Bolsonaro não vai acabar com o Bolsa Família.
-Flávio Bolsonaro não vai acabar com o salário mínimo.
-Flávio Bolsonaro não vai acabar com a CLT nem com as carteiras de trabalho.
Quando eu falo pra vocês que no Nordeste as coisas não são fáceis, tem gente que não acredita. Isso é mais comum do que pensamos. Imagina em locais onde as pessoas não possuem instrução para identificar um ato como esse.
Ahhhh, agora entendi, com o código fonte sendo o mesmo para TODAS as urnas do Brasil, os amigos do Xande conseguem fazer qualquer coisa até dentro do banheiro de suas casas.
Estão falando muito na lisura das urnas na eleição de ontem.
Assistam esse video que publiquei durante a campanha e vejam se eu não tenho razão, ou não.
Renan Santos e a frase que deixou o mundo Bolsonarista surpreendido: "NÃO EXISTE DIREITA SEM BOLSONARO. " E libera os filiados do Partido Missão para se juntar ao Bolsonarismo.
O Brasil está acima de qualquer diferença partidária, e a Missão agora é derrubar o Partido das Trevas?
#Eleições2026 #JairMessiasBolsonaro
Vou tentar acompanhar isso de perto, espero que mais pessoas façam o mesmo.
Caso a investigação apure existência de fraude, será relatada aqui no X
05/10/2026 21:49hs.
👹PASTOR DO DIABO NÃO ELEITO: Otoni de Paula, que construiu parte significativa de sua trajetória política no campo conservador e chegou a ser associado ao bolsonarismo, sofreu uma dura derrota nas urnas no Rio de Janeiro. O resultado representa mais do que uma simples disputa eleitoral: expõe o desgaste de uma escolha política que afastou o deputado de uma parcela do eleitorado que havia ajudado a consolidar sua carreira. Ao abandonar Bolsonaro para se aproximar de Lula e do PT, Otoni apostou em uma mudança de rumo que, nas urnas, acabou cobrando um preço alto. A guinada política, que poderia ter sido apresentada como estratégia de sobrevivência ou reposicionamento, terminou se transformando em um verdadeiro tiro no pé. Otoni deixou para trás o grupo político que lhe deu projeção para abraçar um campo ideológico que historicamente esteve do outro lado de seus antigos eleitores. O problema é que, na política, trocar de lado pode até render espaço momentâneo nos corredores do poder, mas não necessariamente garante votos. No caso de Otoni, o eleitor parece ter dado a resposta diretamente nas urnas. A derrota escancara o que pode ser chamado de uma implosão eleitoral: ao tentar trocar a base conservadora por uma aproximação com Lula, Otoni acabou correndo o risco de perder justamente aquilo que sustentava sua força política. O resultado serve como um duro lembrete de que eleitor não é patrimônio de político e que mudanças bruscas de discurso podem ter consequências. Para quem apostou que abandonar Bolsonaro e abraçar Lula seria um atalho para sobreviver politicamente, a eleição de 2026 apresentou uma conta bastante salgada. 👉👌😬🤭🤣
Zema anuncia apoio a Flávio no segundo turno. "Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula nem mais quatro ministros nomeados por Lula."
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, mas precisa compreender de fato o recado que os brasileiros deram nas urnas.
Em sua “Declaração à Nação”, Temer diz que “as urnas falaram”, que o brasileiro quer mudança e que o Congresso foi renovado. Diante disso, Temer deve respeitar o recado das urnas, em vez de tentar moderá-lo no dia seguinte.
Foi Temer quem indicou Alexandre de Moraes ao STF, em 2017. Foi ele também quem, em 2021, no auge do confronto entre Jair Bolsonaro e Moraes, apareceu para intermediar a crise e ajudar na construção da “carta da democracia” que marcou o recuo de Bolsonaro.
Anos depois, Bolsonaro acabou preso. Portanto, é legítimo questionar o resultado daquela estratégia de conciliação. O próprio Temer afirmou, à época, que não havia costurado qualquer acordo para impedir prisões, mas uma “distensão” entre os Poderes.
Por isso, quando Temer reaparece falando em “reconexão”, cabe perguntar: reconexão com quem e para quê? Para mudar o sistema ou para protegê-lo mais uma vez?
As urnas não deram ao bolsonarismo apenas uma vaga no segundo turno. O PL elegeu 19 senadores e chegará a 28 das 81 cadeiras. É uma mudança na correlação de forças no Senado, responsável por processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade.
E aí aparece também Valdemar Costa Neto dizendo que “não podemos pôr fogo no país”. Que fogo? Aplicar a Constituição é incendiar o Brasil? Processar um pedido de impeachment com fundamento jurídico e devido processo é incendiar o Brasil? Reformar instituições por meio do Congresso é incendiar o Brasil? Cobrar limites entre os Poderes virou radicalismo?
Esse discurso de “pacificação” e “moderação” não pode servir novamente para preservar tudo como está.
O bolsonarismo não atravessou tudo o que atravessou, chegou ao segundo turno e conquistou uma força inédita no Senado para, 24 horas depois, devolver as chaves aos mesmos personagens que agora aparecem oferecendo moderação e acomodação.
A régua precisa mudar. Flávio Bolsonaro precisa entender que apoio não pode custar recuo. A última conciliação terminou com centenas de condenados e seu próprio pai preso. A história já mostrou o preço.