Em menos de 1 ano ele rivalizou com Wallace Borgê, o goleiro da Noruega, o comentarista sexagenário Fábio Sormani, o dublador Velloso e o cara que jogou a bola na cabeça da Mavie. Em setembro ele deve tá no fight music show, no card principal contra o caneta azul
O JN não entrevista. Faz autópsia.
O Jornal Nacional descobriu uma coisa elementar que a política brasileira passou décadas tentando esconder: candidato também tem prontuário.
Zema e Caiado chegaram ao estúdio carregando aquela velha esperança brasileira de que uma boa frase consegue derrotar uma planilha. Não consegue.
Governador é especialmente vulnerável porque deixa cadáveres contábeis pelo caminho. Dívida, déficit, superávit, segurança, feminicídio, privatização, gasto público. O sujeito pode dizer que revolucionou o Estado. Aí Renata abre uma folha: “Pois é, governador, mas este número aqui...”
E acabou a poesia.
Foi isso que aconteceu nas duas entrevistas. Toda vez que o candidato tentava trocar a métrica, ampliar o contexto ou escapar pela lateral, encontrava Renata Vasconcellos e César Tralli com outro número na mão.
Não era entrevista. Era auditoria com maquiagem de telejornal.
E acho curioso o espanto das redes. “Nossa, interromperam muito!” Claro. Sabatina não é missa de sétimo dia da candidatura. O candidato não foi ao Jornal Nacional para recitar seu programa enquanto dois jornalistas balançam a cabeça respeitosamente.
Foi para ser contraditado.
Agora vem a parte interessante.
Com os próximos candidatos, muda o instrumento da autópsia.
Governador morre pela planilha. Político profissional morre pelo arquivo.
Entrarão declarações antigas, alianças inconvenientes, votos esquecidos, mudanças de posição, 8 de janeiro, promessas sem dinheiro, amigos que convenientemente deixaram de ser amigos e princípios que misteriosamente nasceram seis meses antes da eleição.
A bancada continuará fazendo exatamente a mesma coisa.
Procurando o ponto onde termina o candidato que ele vende e começa o político que ele realmente foi.
Zema e Caiado descobriram que números têm memória.
Os próximos descobrirão que o Google também.
@4i20Luizinho_13@stagepopbr No dia em q tivermos uma política de reindustrialização, levar o Brasil ao patamar em q ele precisa estar, envolvendo as áreas prioritárias e garantindo maior qualidade de vida, esse debate acabará. E é de extrema importância q nós devemos eleger pessoas c compromisso a isso
@pedro_aug@reporterenato O melhor é termos uma política de reindustrialização nacional, elevar e potencializar o que o Brasil tem para que possamos gerar empregos de qualidade e melhor qualidade de vida. A minha crítica com relação ao salário e a precarização envolve todas essas áreas q vc possa imaginar
como pode o estado que inventou o pão de queijo e o feijão-tropeiro também ter produzido a escória zema e nikolas ferreira? realmente não existe lugar perfeito
O que a Renata vai aprontar pra cima do Flavio Bolsonaro com a história do Vorcaro é brincadeira em.
E o Lula que vá preparado pra falar do primogênito e do Marcola também.
Marina Helena tentou vender a velha fórmula: EUA como modelo de democracia, Cuba como prova do fracasso socialista e China como ditadura. Elias Jabbour desmontou o roteiro ponto por ponto: “A China tirou 1 bilhão de pessoas da pobreza, enquanto nos EUA milhões entraram em situação de insegurança alimentar. E se o socialismo é tão ruim, por que precisam de sanções contra Cuba? Por que precisam asfixiá-la pela fome?”
@duelistleo@4i20Luizinho_13@stagepopbr Mas sim, devemos cobrar uma revolução total em nosso país, em ambas as áreas, cobrar todo e qualquer governo que chegar ao planalto, para que a situação mude. Olha a miséria que vivemos e recebemos pra tentar sobreviver. É revoltante.