Pensar que, quando a turista brasileira Juliana Marins ficou presa lá no vulcão da Indonésia, achamos um absurdo e nos mobilizamos denunciando a negligência dos guias turísticos. Ficamos indignados pensando: “Como isso pode ter acontecido mesmo com profissionais indo com ela?” E ontem assistimos uma mulher ser arremessada ponte abaixo por três incompetentes, que trabalhavam e faziam dessa “experiência” sua profissão, e percebemos o que aconteceu com a Juliana. A fiscalização e regulamentação para esse tipo de coisa precisa ser chata num nível absurdo, precisa fechar negócio por agulha achada no palheiro, pois essa galera lucra muito e coloca muitas vidas em risco. Igual à galera do balonismo e tantos outros nesse ramo de “aventura”.