No futuro, perguntarão como foi possível morrer mais de meio milhão de brasileiros na pandemia da covid-19. E será preciso dizer que:
1. Jair Bolsonaro seguidamente sabotou os esforços para conter o avanço do vírus...
@DudaSalabert "Cê tem a liberdade pra ser quem você quiser
Seja preta, indígena, trans, nordestina
Não se nasce feminina, torna-se mulher
(...)
Cê tem a liberdade pra ser quem você quiser
Menos preta, indígena, não se apropria
Quer ser preto? O dia a dia pa' polícia cê não é"
O feminismo que eu luto e defendo é inclusivo, não excludente. Ele acolhe todas as mulheres seja cis, trans, negras, indígenas, periféricas, trabalhadoras, mães, jovens, idosas... porque entende que o patriarcado não escolhe quem oprimir: ele ataca a todas nós de formas diferentes, mas sempre com o mesmo objetivo de nos calar e nos limitar. Acredito firmemente que, para acabar com o feminicídio, com o ódio contra as mulheres e com todas as violências que nos atravessam, é preciso uma ação coletiva de toda a sociedade. Precisamos unir forças para desmantelar o patriarcado, o racismo e a transfobia juntos. Erika Hilton me inspira exatamente porque vive e luta essa inclusão na prática. Enquanto algumas vozes tentam reduzir a mulher a corpos ou papéis tradicionais, ela expande o que significa ser mulher: resistência, dignidade e luta por todas. É assim que vencemos: juntas, diversas e sem deixar ninguém para trás. A luta continua, e ela será vitoriosa quando for de todas nós. É isso!