O diabo faz a panela, mas não faz a tampa!
Quem diria que o tal hangar com a sala cofre que era do Willian e depois foi vendido exatamente para a empresa que Alexandre de Moraes recebeu como cota no segundo contrato feito com o Vorcaro!
A Rede Globo tem que fechar as portas!
Toda vida que vão falar do Willer Tomaz fazem questão de dizer que ele é amigo de Flávio Bolsonaro...
Só não dizem que ele era OPERADOR FINANCEIRO do VICE LÍDER do Governo LULA, segundo a PF.
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🔰STF levou 36 dias para tornar Bolsonaro réu; denúncia contra ex-ministro de Lula espera há 18 meses
📎 Confira a notícia completa⤵️https://t.co/sp5KCmZzN3
🚨 Alexandre de Moraes e Andrei Rodrigues planejam uma operação amanhã contra Flávio Bolsonaro.
SE ISSO ACONTECER, ficará claro que Moraes trabalha para ajudar Lula, não é? Isso pode ajudar MUITO Flávio a conquistar os votos dos indecisos!
Sete pontos mostram que petição de Lula ao TSE para abrir sigilos é marketing sem validade jurídica
https://t.co/071OKy0eS2
por @roseannkennedy@estadao
Isso é uma bomba 💣
Segundo o jornalista Oswaldo Eustáquio, o CPF do Lulinha no vídeo mostra saldo total de contas no exterior de 170.728.936,88 milhões de euros ou 963.712.604,21 milhões de reais. A Polícia Federal não investiga ou abafa?
HSBC Londres: 271 milhões
UBS Switzerland AG: 188 milhões
Bank of China – Hong Kong: 121 milhões. Exemplos de aplicações nesses bancos. No final do vídeo, ele cita o Santander e o IBAN, indicando que Lulinha abriu a conta quase na mesma época.
O sigilo de Flávio Bolsonaro já foi aberto.
Em 22 de julho de 2026, o STF autorizou a instauração de procedimento investigatório sigiloso (PET 16369), vinculado ao INQ 5026, após pedido da Polícia Federal para apurar possíveis crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção relacionados ao financiamento do filme Dark Horse junto ao Banco Master.
Essa movimentação escancara um padrão recorrente no cenário político nacional, pois, se houvesse qualquer elemento probatório robusto ou materialidade consistente contra Flávio Bolsonaro, a máquina de vazamentos institucionais da Polícia Federal e do STF já teria exposto tudo na grande imprensa para desgastar a candidatura.
Como o procedimento é mantido sem provas contundentes que justifiquem uma acusação real, o inquérito acaba servindo muito mais como instrumento de narrativa, desgaste político e barulho estratégico em pleno período eleitoral do que como busca legítima por justiça.