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I write texts on videogame criticism and meta-criticism and comment about videogames here on twitter
@henriqworf A Rare (mas a Nintendo também de modo geral) sempre teve dificuldade com bosses
Daria pra conceber um DK Country inteiramente sem ter boss nenhum
Tendo a concordar. Pouquissimos jogos de plataforma (que não sejam action-plaformers) que eu lembro de não ter saído com a impressão de que os bosses foram uma má ideia
@WesternYokai666 eu joguei bastante Tokyo Jungle quando criança e um pouco em 2019 na casa de um amigo. Minha 2a memória foi um pouco mais conturbada em termos de qualidade. Mas é um jogo que eu tenho um carinho danado.
Esse início da era PS3 talvez tenha sido o momento mais interessante da Sony
Enfim, mas me frustra muito ver o que o pessoal comenta sobre jogos de Beat Em' Up muitas vezes pq a maioria parece não saber nem sobre o que falar
e Infelizmente o fã médio de Beat Em Up só joga os mesmos 10 jogos tb (problemas de cenários onde o ponto é competitivo)
O que é frustrante como fã de Beat em' Up/Brawler é que de modo geral a maior parte das pessoas não liga muito pro estilo de abordagem de gameplay no gênero e acaba tendo muito pouco interesse em diferenciar cada jogo (e acaba vendo tudo como uma massa amorfa)
Dai que por exemplo Streets of Rage 2 não me empolgue tanto quanto empolgue outras pessoas, é uma tentativa da Sega de ter um Final Fight no Mega Drive (acho muito parecido com Final Fight) e Streets of Rage/Bare Knuckle 3, que investe mais em mecânicas de move acaba mais lgl
Aproveitar a coisa do remake do Rayman Legends para insistir que, para além de jogar o Legends original, vocês joguem Rayman Origins!
Eu to com coisa escrita sobre o Origins desde o início desse ano e quero fazer um texto sobre inclusive. Acho um jogo sublime
@LordHeiden Eu gostaria que ela amadurecesse. Não sei se irá. O contexto da crítica de cinema era muito diferente (o papel que os intelectuais tinham publicamente, o estado da comunicação de massar e da cultura etc.)
Mas eu torço pra isso
Acho que se tem algo que as discussões de videogame tem a ganhar com o cinema é a leitura da crítica série de cinema, principalmente nas suas primeiras décadas, em que alguns problemas eram muito símiles.
Uma recomendação que teria é a leitura de "Por um Cinema Impuro" do Bazin
@LixeiraDoFrost (e acredite em mim eu tenho várias) eu busco delimitar um quadro institucional e teórico disso (e.g., o problema mais geral dos estudos culturais, o perfil da pesquisa acadêmica anglo-saxã e sua pervasividade etc.)
É preciso qualificar também a crítica contra essa academia
a coisa de youtubers de videogame vs. acadêmicos é que não tem como fazer um juízo de valor tão genérico sobre a produção acadêmica sobre, que é heterogênea por natureza. Mas tem muitas críticas que podem ser feitas, acho que o necessário é ser mais específico+
@LixeiraDoFrost Mas no final das contas o que disse e reitero é que se formos fazer essa crítica a gente precisa delimitar quem (quem são os autores que são pobres) e, no mínimo, porque (o que é ser pobre nesse contexto e porque são pobres)
Quando eu faço críticas gerais ao "game studies"+