11 trans people have been murdered in the United Kingdom since 2000. All of them were killed by somebody they knew.
In that timeframe, 20 trans people have committed homicide in the UK, including one stranger killing.
There is no trans genocide.
There isn’t even any real persecution.
When it comes to homicide, trans people are the safest demographic in the western world, and it’s past time that members of that community stop pretending to be the most victimy victims ever to be victimized.
Pessoal, esse meninão bonito aqui é o Samuel. Ele tem autismo (CID F84.0) e sua família está em situação de grande vulnerabilidade. Devido ao autismo, Samuel ainda não desfraldou e, além dos gastos com fraldas, a família tem dificuldades até para comprar medicamentos baratos, como risperidona 1 mg/ml e melatonina, que ele precisa tomar.
Samuel precisa de tratamento específico ainda nesta fase da vida, mas o SUS vem adiando o atendimento da família há quase um ano.
Para ajudar o Samuel, estou rifando um PS4 desbloqueado de 2 TB, com dois jogos e dois controles.
Os detalhes da rifa estarão no próximo comentário. Ajude como puder, seja comprando um número, fazendo um Pix ou até mesmo compartilhando este post ♥
@eujoao21@MiguelBiegai Abertura essa que culminou no Capitalismo de Estado...
Ou Alibaba é uma empresa estatal? Ou talvez a Xiaomi? A Lenovo? BYD? Huawei?
Nem a maior pandemia em 100 anos somada a pior crise hídrica em 90 anos e a maior guerra europeia em 75 anos conseguiram causar tanto dano às contas públicas quanto o PT.
@leonardo1opes@garridotiago Como dizia meu professor de estatística, a estatística é semelhante a uma sessão de tortura: "vc torce os bracinhos dos números até que digam o que você quer. Se não resolver, é só amputar alguns membros deles"
@garridotiago Só existem duas opções:
- Vc não sabe comparar governos e mesmo assim se aventurou a escrever um livro sobre governos
- Vc sabe exatamente o contexto de cada período mas seu viés fez vc fazer esta comparação canalha em seu livro
Em ambas as situações: dó de quem leu seu livro.
🚨🚨🚨 ATENÇÃO 🚨🚨🚨
HOJE É DOMINGO DIA DE FICAR TRISTE MAS VOCÊ NÃO PRECISA FICAR TRISTE PORQUE A RINHA DE BACKEND 2026 ESTÁ LANÇAAAAAADA PARA VOCÊ NÃO FICAR TRISTE!
Detalhes abaixo 👇
RT do amor, por favor.
NÃO SE “COMPRA” UMA APROVAÇÃO NO CONGRESSO, APENAS "LUBRIFICA-SE" O CAMINHO
Quando o governo petista quer aprovar um nome como JORGE MESSIAS para o STF, raramente há um “toma lá, dá cá” explícito.
A engrenagem funciona de forma mais sofisticada e muito mais eficiente.
A liberação de emendas parlamentares é o óleo clássico. Não se diz “vote e receba”, mas muda-se o cronograma dos pagamentos. Uma emenda liberada reduz a resistência e melhora a disposição do votante para "ajudar".
A CCJ é a "peneira" da indicação. Controlar quem relata, quem pergunta, quem preside e quando a sabatina se torna oportuna é fundamental. Basta, assim, substituir os contrários e "lubrificar" os indecisos.
O caso do senador Sergio Moro é exemplar. Por sua ligação com a Lava Jato e pelo histórico de embates com o lulopetismo, foi retirado da linha de frente como "medida de segurança".
Uma pergunta bem feita de Moro poderia causar um desastre maior do que uma "ruma" votos contrários no plenário.
Aparentemente, o maior temor do (des)governo não é perder a votação, mas ser humilhado durante a sabatina.
Daí, a liberação de emendas, relatoria e presidência "cumpanheiras" e substituições oportunas para tornar viável a aprovação do "BESSIAS".
Essa é a forma tradicional de "lubrificação" institucional para obter-se a aprovação de interesses políticos, partidários e ideológicos como a colocação do BESSIAS no STF.
#BESSIASNÃO!!!
O episódio que ocorreu em um banheiro feminino envolvendo a atriz Cássia Kis tem servido para diversos grupos ativistas mentirem sobre leis e decisões judiciais.
Diante disso, esclarecemos algumas das principais informações falsas que estão sendo veiculadas.
Afirmação:
“Pessoas trans e travestis têm o direito de utilizar o banheiro de acordo com sua identidade de gênero e esse entendimento já está consolidado pelo Supremo Tribunal Federal”
A afirmação acima é falsa e não encontra respaldo nas decisões da Corte.
O STF já foi instado nas ações: ADPF 1169, 1170, 1171, 1172, 1173 e no Recurso Extraordinário 845.779 e em nenhuma delas foi dado seguimento no pedido de procedência da ação.
Não há julgamento do STF que tenha alterado a regra de separação de banheiros com base no sexo.
As ações que trataram diretamente desse tema não foram conhecidas ou não tiveram seguimento.
No RE 845.779, o STF negou seguimento ao pedido que buscava reconhecer como ilícita a restrição ao uso de banheiro do sexo oposto, afastando a tese de que tal situação configuraria automaticamente violação de direitos indenizável.
Nas ADPF o Supremo não analisou o mérito, tendo decidido pelo não conhecimento e pelo não seguimento das ações.
Ou seja: o STF não decidiu que pessoas podem escolher banheiros com base em autodeclaração de gênero.
As decisões frequentemente citadas sobre “identidade de gênero” tratam de outros temas - como registro civil.
Estas decisões não se aplicam a espaços íntimos segregados por sexo, como banheiros e vestiários, pois não se referem a identidade.
O acesso a esses espaços tem relação com vulnerabilidade física, privacidade e segurança, e são orientadas pelo critério sexo, pois atingem especialmente mulheres e meninas.
A própria Constituição Federal é clara ao proteger: a intimidade e vida privada (art. 5º, X); e ao estabelecer o combate à discriminação com base no sexo (art. 3º, IV).
Ainda, o Estatuto da Criança e do Adolescente impõe o dever de prevenir situações que possam representar risco a crianças e adolescentes, o que inclui a organização adequada de espaços íntimos que afetam diretamente e em especial os direitos das meninas.
Importante destacar ainda que, mesmo na ADO 26 - ação que buscou equiparar “homotransfobia” ao crime de racismo e ainda não transitou em julgado - o STF afirma que nenhum direito pode ser exercido em prejuízo dos direitos de terceiros.
Portanto, dizer que “o STF já decidiu” essa questão é desinformação. O tema segue sendo objeto de debate jurídico e legislativo, devendo ser analisado com base na Constituição, na proteção de direitos fundamentais e em critérios objetivos.
@LuneNBk9@paularosiska@janainasedere@_d0uglastavares Falácias e mais falácias. Não há uma pesquisa digna que comprove que no Brasil se mata mais LGBT... proporcionalmente à população do que em outros países.
Números absolutos não dizem nada. É óbvio que um país com 200000000 de habitantes vai ter mais casos que um país com 5000000.