To all the victims out there: We believe you, we hear you, and we are always here for you.
IT IS NOT YOUR FAULT, regardless of your clothing, religion, marital status, gender/sex, age, political beliefs, or location.
No one has the right to abuse you. No one has the right to cross your boundaries, and everyone must understand what consent is and that “no” means no—regardless of how well you know the other person or the nature of your relationship. You can say no at any time in a romantic or sexual relationship.
Thank you @boyslovehub for giving a voice to those who cannot shout their truth.
📢 — SUPPORT TAY TAWAN
Au vu des événements survenus hier, la fanbase de GMMTV France a pris la décision de ne publier aucune promotion concernant cette série ainsi que l’acteur Tay Tawan, jusqu’à nouvel ordre.
Cette décision fait suite aux récents éléments portés à notre connaissance et reflète la position de l’équipe dans le contexte actuel.
Nous vous remercions par avance pour votre compréhension, ainsi que pour le respect apporté à cette décision.
#ADogAndAPlane
#GMMTV #GMMTVFR
@Tawan_Vm
POSIÇÃO EDITORIAL
Até 310 milhões de meninos sofreram estupro durante a infância. Quando falamos de meninas, o número ultrapassa 370 milhões. Das mulheres vivas hoje, 1 em cada 8 sofreram estupro antes dos 18 anos. Estes são dados da UNICEF.
Desde o início, quando ainda não havia qualquer informação sobre o caso do Psi, fomos nós a plataforma internacional a dar visibilidade ao caso. Quando não havia nem mesmo uma única pessoa em defesa dele, nós traduzimos, em lágrimas, tudo que ele relatou. Algo que doeu profundamente, em todos os sentidos, por questões e traumas pessoais que, apesar da coragem de Psi, ultrapassam a coragem de quem escreve este texto.
Foram horríveis todas as desculpas que, em nenhum momento, se voltaram pra vítima de verdade. Horrível o timing de uma companhia que decidiu, após um dia de tudo o que aconteceu, liberar um anúncio de estreia. E horrível todos aqueles artistas e não artistas que, mesmo diante do áudio exposto, continuaram a apoiar Mild e Pi Scott.
Dentro do jornalismo, existe uma diferença entre noticiar e promover algo. Nunca promoveríamos nada do qual alguém dentro do projeto poderia estar, de alguma forma, direta ou indiretamente, apoiando pessoas ligadas a um estuprador. O papel de uma notícia, por outro lado, é informar e permitir que o público desenvolva uma visão crítica sobre aquilo que lê. Ainda assim, nossos valores precisam ser visíveis a todos para mostrar aquilo que realmente defendemos. Estamos deixando de noticiar qualquer produção da qual os membros envolvidos estejam, ainda, do lado de quem apoia e acoberta um caso de violência sexual. Nada nem ninguém pode estar acima da vítima.
No início deste texto, trouxemos dados e mostramos que, mesmo quando ainda não havia nada internacionalmente, buscamos e levamos essas informações até vocês. A desculpa de que não houve informação por parte de qualquer pessoa na Tailândia, não é nem um pouco razoável.
Não há como, do outro lado do mundo, nós termos acesso aos acontecimentos enquanto, na própria Tailândia, um dos maiores casos midiáticos dos últimos tempos envolvendo uma família poderosa, não tenha chegado aos artistas e outras figuras públicas. Sendo coberto durante todo o dia na TV, sendo o assunto mais comentado do Twitter, e com centenas de matérias online publicadas.
Não vamos dizer que esperamos que os artistas tomem mais cuidado ao usar as redes sociais, até porque isso é regra comum para qualquer pessoa na internet. Como figuras públicas, mundialmente conhecidas e, com uma base gigante de fãs, seu compromisso deve ser maior. O que nós esperamos, de verdade, é que eles usem esse espaço para apoiar a vítima, para promover a conscientização acerca da violência sexual na infância, adolescência, na vida adulta e, que apoiem diretamente instituições e ONGs que realizem trabalhos em prol da comunidade LGBTQIAP+ e pessoas que sofreram violência em algum momento da vida.
Temos orgulho de que, por meio do HUB Awards e do apoio dos fãs, conseguimos doar 2.250 dólares para uma instituição que acolhe pessoas LGBTQIAP+ expulsas de casa por serem queers, com moradia, alimentação e atendimento psico-social. Então, por que aqueles que interpretam narrativas LGBTQIAP+ e cuja carreira e ganhos financeiros (leia-se muito, mas muito dinheiro mesmo) é baseado nisso, não conseguem realizar uma doação ou promover iniciativas semelhantes? Ser uma pessoa boa e agir com responsabilidade é o mínimo esperado de qualquer cidadão. Devemos esperar mais ação, e ações concretas.
Essa é a nossa posição. Até que os mesmos se desculpem diretamente com a vítima, assumam seus erros, deixem de apoiar o lado acusado e demonstrem atitudes concretas em apoio a pessoas que sofrem violência todos os dias.
Sempre do lado da vítima.
BoysLove Hub
14/05/2026
POSIÇÃO EDITORIAL
Até 310 milhões de meninos sofreram estupro durante a infância. Quando falamos de meninas, o número ultrapassa 370 milhões. Das mulheres vivas hoje, 1 em cada 8 sofreram estupro antes dos 18 anos. Estes são dados da UNICEF.
Desde o início, quando ainda não havia qualquer informação sobre o caso do Psi, fomos nós a plataforma internacional a dar visibilidade ao caso. Quando não havia nem mesmo uma única pessoa em defesa dele, nós traduzimos, em lágrimas, tudo que ele relatou. Algo que doeu profundamente, em todos os sentidos, por questões e traumas pessoais que, apesar da coragem de Psi, ultrapassam a coragem de quem escreve este texto.
Foram horríveis todas as desculpas que, em nenhum momento, se voltaram pra vítima de verdade. Horrível o timing de uma companhia que decidiu, após um dia de tudo o que aconteceu, liberar um anúncio de estreia. E horrível todos aqueles artistas e não artistas que, mesmo diante do áudio exposto, continuaram a apoiar Mild e Pi Scott.
Dentro do jornalismo, existe uma diferença entre noticiar e promover algo. Nunca promoveríamos nada do qual alguém dentro do projeto poderia estar, de alguma forma, direta ou indiretamente, apoiando pessoas ligadas a um estuprador. O papel de uma notícia, por outro lado, é informar e permitir que o público desenvolva uma visão crítica sobre aquilo que lê. Ainda assim, nossos valores precisam ser visíveis a todos para mostrar aquilo que realmente defendemos. Estamos deixando de noticiar qualquer produção da qual os membros envolvidos estejam, ainda, do lado de quem apoia e acoberta um caso de violência sexual. Nada nem ninguém pode estar acima da vítima.
No início deste texto, trouxemos dados e mostramos que, mesmo quando ainda não havia nada internacionalmente, buscamos e levamos essas informações até vocês. A desculpa de que não houve informação por parte de qualquer pessoa na Tailândia, não é nem um pouco razoável.
Não há como, do outro lado do mundo, nós termos acesso aos acontecimentos enquanto, na própria Tailândia, um dos maiores casos midiáticos dos últimos tempos envolvendo uma família poderosa, não tenha chegado aos artistas e outras figuras públicas. Sendo coberto durante todo o dia na TV, sendo o assunto mais comentado do Twitter, e com centenas de matérias online publicadas.
Não vamos dizer que esperamos que os artistas tomem mais cuidado ao usar as redes sociais, até porque isso é regra comum para qualquer pessoa na internet. Como figuras públicas, mundialmente conhecidas e, com uma base gigante de fãs, seu compromisso deve ser maior. O que nós esperamos, de verdade, é que eles usem esse espaço para apoiar a vítima, para promover a conscientização acerca da violência sexual na infância, adolescência, na vida adulta e, que apoiem diretamente instituições e ONGs que realizem trabalhos em prol da comunidade LGBTQIAP+ e pessoas que sofreram violência em algum momento da vida.
Temos orgulho de que, por meio do HUB Awards e do apoio dos fãs, conseguimos doar 2.250 dólares para uma instituição que acolhe pessoas LGBTQIAP+ expulsas de casa por serem queers, com moradia, alimentação e atendimento psico-social. Então, por que aqueles que interpretam narrativas LGBTQIAP+ e cuja carreira e ganhos financeiros (leia-se muito, mas muito dinheiro mesmo) é baseado nisso, não conseguem realizar uma doação ou promover iniciativas semelhantes? Ser uma pessoa boa e agir com responsabilidade é o mínimo esperado de qualquer cidadão. Devemos esperar mais ação, e ações concretas.
Essa é a nossa posição. Até que os mesmos se desculpem diretamente com a vítima, assumam seus erros, deixem de apoiar o lado acusado e demonstrem atitudes concretas em apoio a pessoas que sofrem violência todos os dias.
Sempre do lado da vítima.
BoysLove Hub
14/05/2026