O jogo de hoje consolida algumas coisas.
Esse Nautico é um time no seu limite, tem seus riscos defensivos, em troca de alto volume, mas isso em um time no limite causa turbulencia os 90 min.
Hoje, me perdoe quem pensa diferente, com um centro avante nivel acesso, era goleada.
Acabo de assistir ao documentário "Tetra – Acreditar de Novo" e, mais uma vez, me emocionei com a história daquela seleção de 1994.
Antes de tudo, era um elenco de homens que carregava o peso e a esperança de um país inteiro. Era Dunga sob desconfiança, o povo pedindo a saída de Parreira, o Brasil abalado pelas mortes de Ayrton Senna e Denner, uma economia em crise, Ricardo Rocha lesionado, Leonardo expulso da Copa, Branco voltando de contusão e silenciando os críticos com aquele golaço de falta, Romário deixando a bola passar, Bebeto recebendo a notícia de que seria pai e eternizando uma das comemorações mais marcantes da história do futebol.
A trilha de "O Que É, O Que É", do nosso grande Gonzaguinha, deixa tudo ainda mais emocionante. Porque aquela conquista fala justamente sobre isso: esperança, resistência e a capacidade do brasileiro de seguir acreditando, mesmo quando tudo parece difícil. Foi muito mais que um título. Foi uma seleção que fez o Brasil acreditar de novo.
E talvez um dos momentos mais bonitos seja o retorno ao Recife, onde aqueles campeões fizeram questão de agradecer o carinho recebido durante a preparação. Um gesto simbólico de uma equipe que nunca esqueceu de onde veio sua força: o povo brasileiro.
Ingresso a preço absurdo, ônibus do Sport impedindo a chegada do Náutico no estádio e, agora, torcedores do Náutico impedidos de deixar a Ilha do Retiro quase uma hora após o fim do clássico.
A diretoria do Sport fez um papelão na noite de hoje. Rivalidade se resolve dentro de campo. Respeito ao torcedor deveria ser o mínimo.
O Náutico entrou em campo com a mesma proposta que vem mostrando nas últimas partidas: intensidade, marcação alta e competitividade. Não foi um time acuado nem dominado. Pelo contrário, conseguiu impor seu ritmo em vários momentos do clássico.
A diferença esteve, mais uma vez, na dificuldade ofensiva. Paulo Sérgio no comando do ataque é praticamente jogar com um a menos. Falta presença de área, movimentação e poder de decisão. Na abertura da janela, a contratação de um camisa 9 de verdade precisa ser prioridade absoluta.
Entre os pontos positivos, duas atuações merecem destaque. Leonai fez uma partida enorme, dominando o meio-campo com personalidade, enquanto Victor Andrade mostrou mais uma vez que é titular incontestável pelo que entrega técnica e taticamente. São peças fundamentais para o restante da competição.
O Sport venceu, mas não fez valer o mando de campo como se esperava. Foi uma derrota normal dentro do contexto do campeonato, apenas com o peso emocional que todo clássico carrega.
A sequência é difícil, isso já era sabido. Mas não há motivo para alarmismo. O time tem mostrado organização, competitividade e uma ideia de jogo clara. Os resultados vão precisar acompanhar, mas o caminho parece correto.
Terça-feira é dia de apoiar novamente. O momento pede cobrança pontual, mas também confiança no trabalho. Seguimos em frente.
Tem muito o que falar não.
É uma derrota fora de casa que é acentuada por ser contra o rival.
Fizemos uma boa partida e perdemos gols demais.
Focar no próximo jogo em casa.
São 38 rodadas.
Mais uma vez o Náutico pagou por não matar o jogo: Constrói, chega, não acerta a finalização (as vezes erra até o momento dela).
Grande partida de Thiago Couto, mas isso não pode mascarar a baixa efetividade do ataque hoje, o Sport foi mais eficaz e pagamos por isso.
O Náutico não deixou de jogar depois do gol e buscou o empate. Destaque nessa primeira etapa para a excelente partida de Leonai. Se organizar dá pra buscar o empate e quem sabe a virada!
Enquanto parte do Brasil ainda debate o fim da escala 6x1, vários países já testam ou adotam jornadas 4x3, quatro dias de trabalho e três de descanso.
🇮🇸 Islândia
🇧🇪 Bélgica
🇬🇧 Reino Unido
🇪🇸 Espanha
🇵🇹 Portugal
🇩🇪 Alemanha
🇯🇵 Japão
Os resultados apontam aumento de produtividade, melhora na saúde mental e redução do burnout. O mundo discute trabalhar melhor. Aqui, muitos ainda lutam para descansar um dia na semana.
@joaquimfc Eu não gostei de nenhum designer das camisas da Reebok. O padrão 1 idêntico a de 2011, o padrão 2 extremamente simples. A única que me parece bonita, mas que ainda não estão vendendo (é a camisa passeio), as que os jogadores chegam aos jogos. Ela é cor de vinho.
A sequência do timba é daquelas que mostram se o time realmente vai brigar por algo grande na temporada. Só pedreira pela frente: Sport, Fortaleza, Novorizontino, Vila Nova, Goiás e Juventude. Tudo time do G6 ou colado nele. É a hora de provar força, maturidade e ambição.