@MeninaPipocaa Isso aí só vai acabar quando começarem a chamar esse tipo de comportamento pelo nome correto. Alguém tem que começar a mostrar que o rei está nu.
Os jornalistas de hoje em dia querem, deliberadamente ou por incompetência, destruir tudo o que Luciano do Valle construiu no futebol feminino.
Este homem narrou todas as copas do mundo feminina de 86 a 2010 (deve ter pulado uma ou outra) e fazia isso apenas para divulgar o esporte, mostrando ele como algo que é, uma prática agradável e divertida para ambos os sexos.
É triste que 2 anos após a sua morte, a imprensa e militantes tomaram o futebol feminino para usar de cavalo de batalha ideológico, destilando ressentimento, procurando rivalidade onde não tem e exigindo audiência de quem não tem interesse, simulando uma realidade paralela onde um time feminino teria chances de empate contra um masculino.
De lá pra cá, o futebol feminino não ganhou torcedores, mas angariou antipatia de homens e mulheres que não querem participar desse drama artificial onde supostamente os recordes do futebol feminino são relevantes para o masculino.
12 anos após a morte de Luciano do Valle, ninguém normal tem paciência pro futebol feminino, pois ao invés de seguir o seu caminho de crescimento natural, aos trancos e barrancos como foi o próprio futebol masculino, a modalidade colocou um pano nas costas, uma coroa de papel e tem exigido da sociedade que à trate como realeza que, sinto muito, mas não é.
https://t.co/4iOnojzuka
@papini_antonio Cada um tem a sua opinião. Pelé o considerava o 2º melhor. E é a opinião de Ronaldo, Müller, Bebeto, Marcelinho e tantos outros. Abraço.
@papini_antonio Paulistada com ódio do Zico, novidade nenhuma. Chegaram ao cúmulo de não mudar o placar do Morumbi em um jogo da Seleção porque o gol tinha sido do Zico - isso é contado na biografia dele. Os paulistas nunca engoliram os 89 gols em 79 e o apelido de "Pelé Branco".
@papini_antonio E só houve pênalti porque o Zico colocou o Branco na cara do gol, no primeiro lance após entrar em campo. E o Zico só foi bater o pênalti porque o Careca, que seria o cobrador, PIPOCOU.
Muitas pessoas me perguntam até hoje por que eu me converti e por que escolhi cantar para Jesus.
A verdade é que não fui eu quem escolheu primeiro. Foi Ele quem me chamou.
E só hoje eu consigo falar sobre isso com mais clareza, porque conheço os lugares de onde Ele me tirou.
Existe uma história que eu nunca contei publicamente. Houve um dia em que eu marquei a minha própria morte. Sim, eu cheguei a acreditar que não existia mais saída para mim.
Falar sobre suicídio não é fácil. É um assunto delicado e uma das partes mais difíceis da minha história. Mas eu decidi compartilhar isso porque talvez exista alguém lendo essa legenda e sentindo exatamente o que eu sentia naquele dia.
E eu quero dizer para você: existe outra saída.
Aquilo que parecia o fim da minha vida acabou sendo o começo da minha caminhada com Jesus.
Foi naquele lugar de dor que algo começou a mudar dentro de mim. Anos depois, a primeira música que escrevi sobre nós — sobre mim e Jesus — nasceu justamente dessa história. Ela ainda nem faz parte deste EP, mas faz parte de tudo o que me trouxe até aqui.
Talvez seja por isso que esse lançamento tenha um significado tão profundo para mim.
No dia 26/06, dia do meu aniversário, lanço meu primeiro EP cristão.
Escolhi essa data de propósito.
Porque, para mim, ela não marca apenas mais um ano de vida. Ela simboliza um novo nascimento. A vida que começou quando Jesus me encontrou, me resgatou e deu um novo sentido para a minha existência.
As músicas deste EP marcaram minha conversão, fortaleceram minha fé e fizeram parte da minha caminhada com Deus. Cada canção carrega uma lembrança, uma oração e uma gratidão que palavras sozinhas não conseguem explicar.
Mais do que um projeto musical, este EP é um agradecimento.
Porque eu sei de onde Ele me tirou.
E se hoje eu canto para Jesus, é porque um dia Ele me encontrou quando eu já não acreditava que poderia ser encontrada.
Minha oração é que essas canções alcancem corações e lembrem muitas pessoas da mesma verdade que mudou a minha vida: enquanto houver vida, há esperança.
Olhem o nível do absurdo!
O MPF quer criminalizar quem discorda da tese, extremamente recente e importada dos EUA, de que racismo não é ter preconceito baseado em raça, mas algo que apenas negros podem ser vítimas.
@fscalabrn Não há nada na Constituição da República, absolutamente nada, nem remotamente, que atribua ao CNJ esse tipo de competência. Como se chegou a esse ponto? Pelo silêncio de quem pensa o direito no Brasil. Somos um país de cretinos fundamentais (créditos para Nélson Rodrigues).
Seinfeld no era una serie “sobre nada”.
Era una serie sobre el futuro.
Jerry, Elaine, George y Kramer eran el prototipo del adulto moderno antes de que el adulto moderno se volviera mayoría.
Gente sola.
Sin hijos.
Sin matrimonio.
Sin religión.
Sin misión.
Sin raíces.
Sin legado.
Solo departamento, café, citas, consumo, neurosis y conversaciones infinitas sobre estupideces.
Y ahí está lo brillante: no te lo vendían como decadencia.
Te lo vendían como comedia inteligente.
Jerry hoy sería creador de contenido.
Vive de observar la realidad, convertirla en chiste y monetizar su personalidad. No tiene jefe visible, no tiene familia, no tiene hijos, no tiene misión superior. Su vida es comodidad, rutinas, cereal, tenis blancos, citas desechables y reputación.
Elaine es la mujer urbana moderna antes de Instagram.
Independiente, profesional, sexualmente libre, siempre rotando hombres, siempre encontrando defectos, siempre incapaz de cerrar con alguien. No es presentada como tragedia. Es presentada como una mujer divertida, lista y “libre”.
George es el hombre moderno promedio con ego alto y valor bajo.
Resentido, inseguro, cobarde, envidioso, poco masculino, con estándares absurdos y cero capacidad real de convertirse en el hombre que las mujeres que desea elegirían. No es exactamente un incel, porque a veces tiene suerte. Pero su mentalidad sí es la del hombre frustrado que quiere más de lo que merece.
Kramer es el adulto sin estructura.
No trabaja de forma clara, no produce de forma estable, vive entrando y saliendo de la vida de los demás, sobrevive con favores, trucos, ocurrencias y algún ingreso fantasma. Hoy podría vivir de ayudas, reventas, economía informal o cualquier sistema donde no tenga que construir nada serio.
Y lo más brutal:
Ninguno construye nada.
No hay familia.
No hay sacrificio.
No hay hijos.
No hay patrimonio emocional.
No hay comunidad real.
No hay proyecto trascendente.
Solo el yo.
Mi cita.
Mi incomodidad.
Mi departamento.
Mi café.
Mi marca favorita.
Mi problema ridículo.
Mi neurosis.
Eso no era “una serie sobre nada”.
Era una serie sobre el individuo convertido en centro absoluto de su propio universo vacío.
Y claro, estaba llena de marcas: Junior Mints, Twix, Snapple, PEZ, cereales, restaurantes, cafés, productos. Pero la propaganda real no era “compra esto”.
La propaganda real era más profunda:
consume, ríete, no te comprometas, no aprendas, no madures, no formes familia, no dejes legado.
La famosa regla de la serie era “no abrazos, no aprendizaje”.
Es decir: nadie cambia, nadie crece, nadie madura, nadie se redime.
Perfecto.
Porque ese es exactamente el adulto moderno.
Un niño de 40 años con renta, citas, opiniones, ansiedad, consumo y cero dirección.
Y aquí es donde hay que entender el contexto: Seinfeld nace desde una élite cultural urbana, neoyorquina, secular, irónica, neurótica, sofisticada. No necesitas inventarte una conspiración barata para ver el patrón.
No fue una reunión secreta para destruir la familia.
Fue algo más efectivo:
una élite cultural exportando su estilo de vida como entretenimiento masivo.
Y como nos hizo reír, bajamos la guardia.
Hollywood entendió algo antes que muchos:
si presentas la descomposición como tragedia, la gente la rechaza.
Pero si la presentas como humor inteligente, la gente la adopta.
Por eso Seinfeld sigue pareciendo actual.
Porque no predijo el futuro.
Lo ensayó.
Nos mostró al adulto urbano sin propósito antes de que ese adulto llenara las ciudades, las apps de citas, los departamentos pequeños, los antidepresivos, los podcasts, los cafés caros y las redes sociales.
Seinfeld fue el tráiler de una civilización cómoda, sola y estéril.
Y lo más cagado es que todos se reían porque pensaban que estaban viendo una comedia.
En realidad estaban viendo el manual de usuario del vacío moderno.
Bicho, que esforço para dizer tantos absurdos jurídicos. Não penso que você seja sabujo de juiz autoritário e tenho até certa sensibilidade para tanto gasto de tinta à toa. Não cabia à Corte de Cassação italiana discutir má-fé ou dolo. Creio que você sabe disso ou, ao menos, deveria saber. Cabia a ela fazer o que fez: a imparcialidade foi quebrada pelo absurdo de um juiz ser vítima, investigador, acusador e executor da pena. Não precisou sequer que a cognição fosse plenária e exauriente para apreciar a má-fé. Os fatos objetivos são mais drásticos. Dizer que a quebra da imparcialidade objetiva “diz respeito à aparência” não é apenas faltar com a verdade; é sonegar ao leitor que a imparcialidade objetiva é direito fundamental material e processual de qualquer investigado e acusado. Dizer que um direito fundamental violado é aparência não é desonestidade intelectual; trata-se apenas de desconhecimento jurídico abissal ou cegueira deliberada por ideologia. Finalmente, a Corte de Cassação italiana não inocentou Zambelli, porque não era a sua competência julgar os fatos objeto da acusação. Simplesmente disse que o julgamento não foi feito por juiz imparcial, de modo que a condenação é nula e, sem condenação válida, a presunção é de inocência. Também imagino que não seja ignorância o seu texto; apenas desconhecimento de questões processuais penais básicas e de direito fundamental inscrito na nossa Constituição, na italiana e nos tratados internacionais. Sim, no Brasil a decisão continua válida e eficaz. Mas só aqui. Zambelli está livre. E é uma asilada política. Se isso não nos envergonha, o que mais o fará?
@mundonabola Nunca gostei, desde aquele Flamengo e Grêmio no Maracanã, em 95 (salvo engano), em que ele mandou quebrarem o Sávio. Eu estava no Maraca, uma coisa horrorosa.