Donald Trump falou o seguinte sobre a NBA em 2020:
"As pessoas cansaram de assistir NBA, que está política demais. A audiência caiu MUITO e não vai mais se recuperar."
A crítica veio após jogadores se ajoelharem durante o hino em protesto contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos.
Aparentemente ignorando o que disse ou admitindo a hipocrisia, Donald Trump retorna ao Madison Square Garden hoje para as Finais da NBA.
Com medo da reação negativa do público presente, ele resolveu ir para um camarote particular e não aparecer na beira da quadra.
A audiência nos playoffs de 2026, que supostamente não ia se recuperar, é a maior desde o último ano de Michael Jordan no Chicago Bulls.
Já na temporada regular, a liga teve a maior audiência em 24 anos, alavancada por jogadores internacionais, o que destaca como a colaboração de pessoas de diferentes países e culturas é importante para o progresso.
"El Tottenham no desciende y se queda en Premier League"
Kane: Let’s goooo this feels so damn good
Son: 미쳤다 너무 좋다
Yo que vivo a más de 10,000 km de Londres:
Eu compartilhei esse vídeo sem grandes pretensões e ele acabou furando a bolha, chegando naquela turma do clássico "se o Kane não tivesse perdido 200 anos nesse clubeco, hoje seria muito mais reconhecido!".
E, bem… No fundo, há uma verdade nisso.
Bastou chegar a um clube mais midiático pro público médio (que representa a esmagadora parte de quem consome futebol) começar a repetir narrativas que quem acompanha o Kane há uma década já conhecia de cor, mas que antes eram recebidas com deboche.
Só que o ponto, pra mim, é outro. Talvez tudo tenha acontecido exatamente como precisava acontecer.
Pouca gente lembra, mas o Kane era um prospecto bem longe de unanimidade. Bem longe mesmo. Ele sequer era tratado como a principal promessa da própria geração na base do Tottenham. Nomes como Shaq Coulthirst e Jonathan Obika, especialmente o segundo, eram vistos com muito mais expectativa.
Existe até uma frase ótima do van der Vaart sobre isso. Ele contou que, quando o Kane treinou pela primeira vez com o elenco principal, ainda muito jovem, ouviu do goleiro Gomes: "Esse garoto não sabe fazer merda nenhuma!"
Esse era o ponto de partida.
O que fez Kane se tornar quem é hoje, além de talento, obsessão por evolução e trabalho, foi também contexto. Timing. Estar no lugar certo, na hora certa.
Enquanto Adebayor e Soldado perdiam espaço, Kane teve tempo pra errar, amadurecer e entender o futebol profissional em um ambiente sem pressão imediata. Sem precisar carregar o mundo nas costas desde o primeiro minuto.
Foi ali que cresceu. Ganhou confiança. Marcou gols em sequência. Virou fenômeno. O Furacão.
E, quando isso aconteceu, fazia sentido ficar. O Tottenham, naquele momento, era competitivo, batia na porta de grandes conquistas e, acima de tudo, era o clube dele. O lugar onde ele construiu sua identidade.
Às vezes penso nisso quase como um efeito borboleta: uma pequena mudança de rota altera tudo. Coloque Kane em outro contexto aos 18 ou 19 anos, com outra pressão, outro treinador, outro ambiente, e talvez o jogador que conhecemos hoje sequer exista.
Talvez o próprio "desperdício" tenha sido parte fundamental da sua construção.
O que eu concordo é que os últimos anos em Londres, sim, soam como desperdício. Porque foram. Kane entregava em um nível incompatível com o clube e com boa parte do elenco ao redor. Não à toa precisou buscar voos maiores.
Mas, olhando pra trás, existe uma certa ironia nisso tudo. Talvez tudo tenha acontecido exatamente como deveria pra que Harry Kane se tornasse Harry Kane.
E isso costuma ser pouco lembrado nessas discussões de internet.
Deus não abençoa nenhum conflito. Quem é discípulo de Cristo, príncipe da paz, nunca se coloca ao lado daqueles que ontem empunhavam a espada e hoje lançam bombas. Não serão as ações militares a criar espaços de liberdade ou tempos de #paz, mas apenas a promoção paciente da convivência e do diálogo entre os povos.
Expectativa da Páscoa: cristãos celebrando, quem não é aproveitando o chocolate e o descanso
Realidade: maluco xingando católicos por causa Maria, atacando clubes de futebol que usaram coelhinho no post de Páscoa, tudo isso em ano eleitoral
Fundamentalistas são os outros...
This is our God: Jesus, King of Peace, who rejects war, whom no one can use to justify war. He does not listen to the prayers of those who wage war, but rejects them, saying: “Even though you make many prayers, I will not listen: your hands are full of blood” (Is 1:15).