A maior Parada LGBTQIAPN+ do mundo perdeu 60% dos patrocinadores. E isso não afeta só um evento. Afeta visibilidade, cultura, segurança, empregos e principalmente a nossa comunidade+
CASO ORELHA: Em decisão surpreendente, Ministério Público de Santa Catarina inocenta jovens, diz que cão morreu por uma doença pré-existente e pede arquivamento das investigações.
Esse cão dengoso e amoroso é o ORELHA, um cão comunitário que vivia na Praia Brava, Florianópolis.
Ao que parece, ele foi assassinado e os órgãos de Estado se organizaram para garantir a impunidade dos autores, que seriam jovens de famílias locais poderosas.
Barbaridade!
HISTÓRICO🚨 Ontem aconteceu um momento histórico na televisão brasileira. O SBT exibiu o primeiro casamento LGBTQIA+ da história do programa Fábrica de Casamentos. A cerimônia celebrou a união de Pepita com Kayque Nogueira.
Pepita é cantora, influenciadora e uma das mulheres trans mais conhecidas do Brasil, construída na cena funk e reconhecida por usar sua trajetória para ampliar debates sobre visibilidade trans, maternidade, afeto e ocupação de espaços historicamente negados.
Sua presença no episódio vai além do entretenimento.
Ela ocupa um espaço de enorme alcance popular mostrando algo que deveria ser simples, mas que por muito tempo foi tratado como tabu na televisão aberta: o direito de amar e celebrar esse amor publicamente.
O programa, conhecido por realizar cerimônias emocionantes e transformar sonhos em realidade, agora marca também um capítulo importante de representatividade.
E o momento ganha ainda mais simbolismo porque acontece justamente quando o Brasil relembra os 15 anos do reconhecimento da união homoafetiva pelo STF, decisão histórica de 2011 que garantiu direitos civis fundamentais a casais LGBTQIA+.
De lá pra cá, muita coisa avançou.
Mas ver histórias como essa em rede nacional mostra que visibilidade ainda importa e MUITO.
#FabricaDeCasamentos