A água é o sangue do sistema produtivo, mas a economia clássica ainda a trata como "externalidade". Dal Marcondes analisa como a gestão hídrica se tornou o maior risco (e oportunidade) para o PIB brasileiro. 🌊📉 Confira: https://t.co/kz99iImR3m
O jornalista Ricardo Garcia é um experiente jornalista ambiental e realizou esse trabalho sobre os impactos do calor excessivo sobre as pessoas nos países da Europa. Ele atua em Portugal e Reino Unido há muitos anos e é brasileiro.
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Já se foi o tempo dos diagnósticos em relação à Terra. O planeta não precisa ser salvo, o que precisamos salvar nosso habitat
dos desatinos e desmandos da humanidade.
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FAKE NEWS NAS ESCOLAS DA FINLÂNDIA
Excelente matéria sobre como a Finlândia enfrenta as fake news. Cerca de dois anos atrás, nós apresentamos na Alerj um projeto de lei pioneiro para ensinar, nas escolas, a distinguir o que é uma notícia falsa e verdadeira.
Era um projeto completo, baseado justamente nessa lei da Finlândia, e que fazia varias distinções: notícias falsas, notícias alteradas, notícias sem comprovação, notícias que confrontam a ciência.
O nosso PL incentivava recursos de pesquisa, como ver sites, ouvir cientistas e professores, e consultar a família. Não tinha cunho ideológico — afinal, pode haver fake news de direita e de esquerda.
Esse projeto passou na Comissão de Justiça da Alerj, e agora vamos pedir sua inclusão para votação no plenário. Ele é muito atual, e o Brasil não consegue lidar com essa problemática.
Não basta estabelecer punição para fake news; a habilidade de distinção do que é real ou não tem que vir lá de trás. Ao ensinar isso nas escolas, milhões de jovens vão influenciar suas próprias famílias, vão estar atentos à necessidade de comprovação.
Fizemos uma audiência pública online, no tempo da pandemia, da qual participaram Felipe Neto, Gabeira, o deputado Orlando Silva — relator de um PL federal sobre essa temática na Câmara — e vários responsáveis do governo federal nas áreas de informação e telecomunicação.
Vamos agora no Rio acelerar a votação do nosso PL! Vamos avançar!
Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso.
Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele…
E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele!
Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer.
O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra.
E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio.
Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados.
E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum.
Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.
A assembleia reafirmou o apelo ao “multilateralismo ambiental” na procura de soluções para as ameaças, observando que o tempo está se esgotando.
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O apartheid entre homem e natureza chega a seu ápice nas grandes cidades em todo o planeta. Em pouco mais de 100 anos a humanidade deixou de depender de animais para a produção de força e mobilidade e passou a depender de máquinas.
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Grupo de 1% mais rico do mundo emite o mesmo de CO2 que os 66% dos pobres.
Dados da Oxfam indicam que 77 milhões de pessoas (1% mais rico) emite o mesmo que 5 bilhões (66% mais pobres).
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Nos dias 17 e 18 o editor da Envolverde, Dal Marcondes, estará no Rio de Janeiro para participar da 8ª Conferência Cidades Verdes.
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