O atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha solidariedade também aos amigos e familiares do assessor Allysson Diego, que pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime.
Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo.
O uso de um fuzil calibre 5.56, uma arma de guerra, em plena luz do dia, revela o nível de ousadia e o poder de fogo dessas organizações. Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados.
É por isso que a classificação dessas organizações como terroristas é uma necessidade urgente. Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las.
The deadline for Justice Alexandre de Moraes to respond in the Rumble/Trump Media case expired yesterday. No appearance. No request for more time.
The Government of Brazil did appear to argue sovereignty and clarified it did not appear for Moraes. Its own filing says it raises the defense “on its own behalf exclusively,” and its lawyers identify themselves as counsel for the Federative Republic of Brazil, not counsel for Moraes.
To argue Brazilian sovereignty while Moraes simultaneously violates U.S. laws is the right of the Government of Brazil. The federal court in Florida will hear those arguments in due course.
O Bolsa Família originou-se do Bolsa Escola criado em 1995 em Campinas por José Roberto Magalhães Teixeira e nacionalizado por Ruth Cardoso, mas o governo Lula o transformou em ferramenta de compra de votos ao eliminar condicionalidades, fomentar dependência da miséria e confiscar sua autoria.
Eu não ia dar visibilidade a essa insignificância mentirosa, mas, como o Nikolas tem atuado para treinar o algoritmo (com curtidas e interações rotineiras) para dar visibilidade a sujeitos como ele (além de outros detratores do bolsonarismo), vou perder meu tempo com isso.
Tenho certeza de que muitos não sabem quem é o Josias, então preciso apresentá-lo aos senhores para que compreendam. Josias é um profissional medíocre, que nunca obteve sucesso em nada do que fez. Passou o governo Bolsonaro inteiro ruminando a raiva pela frustração de não ter obtido um cargo na Secretaria de Cultura. Para isso, valia-se de subterfúgios mentirosos e processos criminais. Isso mesmo: esse sujeito com quem o Nikolas está aí interagindo já processou criminalmente André Porciuncula. Perdeu o processo, mas tentou prendê-lo, assim como inúmeros outros integrantes da esquerda fizeram. Esse é o tipo de gente com que estamos lidando.
Aqui, mais uma vez, ele é instado a fazer o que faz de melhor: mentir. Por qual motivo? Tentar forçar Flávio a isolar aliados e acolher justamente os difamadores e sabotadores. A frase final não passa disso: uma ameaça feita por uma boca de aluguel, porque o emitente original não tem coragem de fazê-lo abertamente.
Mas vamos lá. O Bicentenário da Independência não era um evento da Secretaria de Cultura; era um evento de todos os ministérios, cuja coordenação estava a cargo da Cultura, sem prejudicar a independência de cada ministério. Para quem não lembra, o Bicentenário ocorreu em época de pandemia; por isso, o Ministério da Economia não liberou verba para sua comemoração. Não tivemos sequer cinquenta mil reais de verba discricionária para isso. Ao que parece, à época, o ministro da Economia preferiu priorizar os gastos com saúde pública a realizar a comemoração do Bicentenário ao gosto de Josias Teófilo.
Sobre as orquestras sinfônicas, ele está mentindo descaradamente. Desafio-o a mostrar uma única norma interna que proibisse orquestras ou impusesse limitação de teto de captação para elas. Nossas limitações eram para cachês de artistas famosos. Toda a linha de captação de planos anuais, que garante o funcionamento das orquestras, foi preservada e expandida em nossa gestão. Trata-se de uma mentira tosca, típica de quem não tem caráter.
Também não mantive a Cinemateca sem empresa gestora, isso é mentira dele. Havia uma disputa referente a uma dívida criada pelo antigo ministro da Educação, o famoso “boca de farofa”. A turma de Josias e companhia queria que eu reconhecesse uma dívida que não contraí; com que interesse, Deus sabe. Assim, o processo de disputa da dívida perdurou por um ano, justamente porque eu não iria me responsabilizar por atos de terceiros. Nesse período, a Cinemateca pegou fogo porque o “gênio” do ministro boca de farofa rompeu com todos os contratos de segurança que protegiam o acervo. Ou seja, mais uma vez o mentiroso imputando a mim as consequências de atos de terceiros.
Sobre a Lei Aldir Blanc, trata-se de uma lei aprovada pelo Congresso, não pela Secretaria. Se vocês consultarem matérias da época, verão que tentei impedir a aprovação dessa lei de todas as formas possíveis, mas, no fim, não dependia de mim aprovar ou barrar. Quanto à alegação de que deixei de usar recursos da cultura, trata-se de mais uma mentira. Não é a Secretaria da Cultura que libera recursos; quem os travou foi Paulo Guedes, ministro da Economia, para realocar o orçamento para a pandemia. E quem destravou os recursos para direcionar para Lei Aldir Blanc foi o Congresso, passando por cima da decisão de Paulo Guedes.
Entende como o sujeito é um mentiroso dissimulado? E sabe por que esse mentiroso dissimulado teve mais de mil curtidas, mesmo sendo desconhecido? Porque Nikolas e sua turma estão dando engajamento a ele. Por qual motivo? Acho que vale perguntar a ele, se é que se pode questionar o menino de ouro.
Há algo muito grave acontecendo na internet brasileira e eu preciso que você me ajude a denunciar isso, porque é muito sério!
A Cloudflare confirmou tecnicamente que, em determinados horários, usuários de grandes operadoras brasileiras simplesmente deixam de conseguir acessar determinados destinos na rede.
O mais impressionante: o problema não acontece na plataforma, não acontece na Cloudflare e não acontece no data center.
A conexão morre dentro da própria infraestrutura das operadoras.
Coincidência? Talvez.
Mas quando as falhas acontecem repetidamente, em horários específicos e "coincidentemente", sempre atingem determinados conteúdos, a sociedade tem o direito de exigir respostas.
Quem decidiu interromper esse tráfego?
Por quê? Com qual justificativa? Entenderam?!
Se é uma falha técnica, que seja corrigida imediatamente! Se não é, estamos diante de algo muito mais grave.
Em ano eleitoral, transparência não é favor.É obrigação.
Os brasileiros merecem explicações, porque quando um conteúdo desaparece sem aviso, sem transparência e sem explicação pública, o problema deixa de ser tecnológico.Passa a ser político.
E quando o acesso à informação passa a depender de fatores que ninguém consegue explicar, o que está em risco não é apenas a internet.
É a própria democracia.
@rmotta2 Tentava não influenciar nas escolhas, só dava suporte. Escolheram o que gostavam desde a infância. Minha filha faz medicina e meu filho, ciências da computação.
APAGARAM O VÍDEO EM MENOS DE 30 MINUTOS.
O motivo? Ele revelou, sem rodeios, o plano que está sendo imposto ao povo do Pará.
Quem perdeu sua terra, sua produção e sua dignidade não quer cesta básica. Quer trabalhar, produzir e sustentar sua família.
Destruir a produção de alimentos e tornar famílias dependentes do governo não é assistência social. É dependência.
Conseguimos salvar o vídeo antes que desaparecesse. Assista, tire suas próprias conclusões e compartilhe.
O Pará não precisa de mais pobreza. Precisa de liberdade para produzir, crescer e prosperar.
A verdade incomoda.
Por isso tentaram escondê-la.
Wist je dat?
Moslims bidden niet op straat in Iran, Saoedi-Arabië of andere moslimlanden—het is illegaal en onbeleefd, omdat het anderen stoort.
Ze doen het alleen in landen die ze veroveren, als een dominantie-strategie.
- Votaram contra aumento de pena para crimes hediondos
- Votaram contra a comercialização de spray de pimenta para autodefesa das mulheres
- Votaram contra redução da maioridade penal para crimes como estupro de vulnerável
- Reclamam de feminicídio e cultura do estupro
Faz algumas semanas que os Estados Unidos passaram a tratar o PCC como organização terrorista. A designação saiu no fim de maio.
O governo Lula brigou contra essa classificação por meses.
Enquanto isso, no Brasil, uma agência federal fez o caminho contrário. A ANP autorizou a Liquipar a ampliar sua tancagem e seus dutos no Porto de Paranaguá.
A Liquipar é investigada na Operação Carbono Oculto como o braço logístico de um esquema ligado ao PCC.
Uma empresa sob investigação por servir à facção ganhou mais capacidade de operação com autorização do governo federal.
Quem autorizou? Com base em quê?
O Brasil tem direito a uma resposta. E rápido.
A aplicação da lei no Brasil tornou-se um instrumento de vingança pessoal. A manutenção das restrições impostas a Jair Bolsonaro, como o uso de tornozeleira sob vigilância e a proibição de visitas, rasga a Lei de Execução Penal.
Isolar alguém em tratamento de saúde não é justiça, é sadismo. O afeto da família e dos amigos é fundamental para qualquer recuperação, e privar um paciente disso configura uma verdadeira tortura psicológica (Lei 9.455).
O prazo de 90 dias está acabando e a sociedade exige o cumprimento da lei, não a satisfação dos caprichos de um ministro.
Pittoli levou a polarização para uma comparação que qualquer família entende:
“Conte pro seu neto, conte pro seu filho: Flávio, filho do presidente Bolsonaro, anda de cabeça erguida pelo Brasil, enquanto Lula esconde o filho na Espanha porque tinha mesadinha de quem roubou vovô e vovó…”
COISAS QUE O NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Joesley Batista:
“Depositei 70 milhões para Lula e 80 milhões de DÓLARES para Dilma.”
E ainda querem fingir que tudo é “coincidência”. 🤬🤬
Quase ninguém percebeu que os tais US$ 30 milhões que o Master teria dado para Alcolumbre foram operacionalizados por Augusto Lima, o sócio petista de Daniel Vorcaro. Ligado a Jaques Wagner e Rui Costa, foi ele quem conseguiu o emprego de lobista para Guido Mantega no banco, a pedido de Lula. Afinal, quem é o verdadeiro dono do Master?