O ponto de partida para a explosão da carreira do Lewis Hamilton como piloto (e até como cidadão mesmo), foi quando ele falou pro pai dele não cuidar mais de sua carreira e ser apenas o pai dele. De um título mundial, ele foi para sete.
com a licença de escrever sobre tênis, a quem gosta do assunto, ok?
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Nos últimos 24 grand slams que Djokovic venceu, eu torci contra ele em absolutamente todos. Ainda que com respeito e evidente admiração - no tênis, é possível torcer sem odiar -, sempre estive mais próximo de Federer e de Nadal, como também apoiei o azarado Murray e o brilhante Stan.
Lá em 2008, foi lançado o filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, um clássico indiscutível, que trouxe consigo, nas palavras de Harvey Dent, a seguinte frase: “Ou você morre como um herói, ou vive o suficiente para se ver tornar o vilão”. Naquele mesmo ano, os meus heróis, o destro e o canhoto, viram pela primeira vez a hegemonia ser contestada por um moleque de 20 anos, que venceu seu primeiro AusOpen.
Nole foi vilão desde que surgiu. Ele impediu a dualidade que todo mundo achou ser intocável, ele era chato, provocador, irritado, irritante, atlético, menos técnico, menos polido, mais raçudo, mais polêmico e contestador. Ninguém escolhia o seu lado, fosse a batalha que fosse. Contra todos, quase sempre.
E foi exatamente assim que ele se construiu como o maior tenista que o esporte já conheceu. Não preciso acha-lo melhor do que o meu maior herói, mas devo reconhecer que ninguém venceu e competiu mais do que ele. Último a surgir, viu seus rivais serem amigos e como amigos se despedirem. Deu um abraço nos aposentados, um a um, enquanto ficava pra batalhar mais.
Já indiscutível e absolvido pelo tempo, perdoado por ser bom demais, ele poderia parar, já tinha derrubado todos os recordes, já tinha controle de qualquer disputa, mas ele ainda quis disputar espaço com duas aberrações adolescentes, e os venceu algumas vezes.
Nesta última dança, superou aquele que o havia superado 5 vezes seguidas, e foi vice campeão na quadra onde jamais tinha ficado no segundo lugar. Com um troféu diferente, ganhou um prêmio que ele jamais cogitou ter: o carinho.
Djoko viveu tempo demais para morrer como vilão;
Ele teve tempo para ser O herói ainda em vida.
Ainda em quadra.
Saúde, @djokernole 🐐🥂
Ator mostra uma das razões pelas quais o cinema está empobrecendo rapidamente
Em uma participação de Matt Damon no podcast do Joe Rogan, o ator disse que a Netflix pede explicitamente aos roteiristas que repitam várias vezes, nos diálogos, os pontos-chave da história, para que os espectadores grudados no celular ao menos consigam entender o que está acontecendo na tela.
Assistir enquanto rola o feed virou o padrão, e o conteúdo da Netflix passou a ser moldado para esse hábito.
Como consequência, a estrutura dos filmes se desmanchou, e tudo o que é importante e “impactante” agora precisa ser enfiado nos primeiros minutos.
Caso contrário, as pessoas simplesmente não terminam o filme. Os roteiros ficam pobres, óbvios e acelerados.
O terceiro problema são os visuais. Damon diz que os diretores já não veem sentido em melhorar a fotografia, porque a maioria assiste a filmes em celulares, tablets e laptops.
Sei que é chover no molhado, mas isso aqui é roteiro de cinema.
Inconcebível tamanha coincidência.
Toda vez eu vejo essa porra eu fico incrédulo.
Tipo, qual a chance?
Parada espiritual mesmo.