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On this day in 1944, Theodore Roosevelt Jr. died in his sleep in a stone farmhouse in Normandy. He was 56 years old, and he had spent almost his entire adult life trying to be worthy of a famous last name.
He was the eldest son of President Theodore Roosevelt. In the First World War he went to France and was gassed and badly wounded at Soissons leading his men. That same summer his younger brother Quentin, a pilot, was shot down and killed over France. Ted came home with lungs and a leg that never fully recovered, and before he even left Europe he helped found the American Legion so that ordinary soldiers would have someone looking out for them.
Between the wars he did almost everything. Governor of Puerto Rico. Governor General of the Philippines. Businessman, explorer, writer. He could have spent the Second World War safe behind a desk. Instead, at 54, arthritic and walking with a cane, he talked his way back into uniform and into combat.
By 1943 he was fighting in North Africa and Sicily under Terry Allen, and their loose, unpolished, soldier-first style rubbed General Patton the wrong way. Patton had them both relieved of command. Roosevelt didn't sulk. He asked for another job, any job, as long as it kept him near the fighting. They made him assistant commander of the 4th Infantry Division.
Then came D-Day. He hid a heart condition from the Army doctors. He wrote to his commander three separate times, in writing, begging to go in with the very first wave rather than watch from a ship. He was the only general to land in the first wave on any beach that morning, the oldest man in the invasion, walking through machine gun fire with a cane in one hand and a pistol in the other.
The boats came in a mile off course. Officers froze. Roosevelt limped up and down the beach under fire, studied the ground, and said, "We'll start the war from right here." Then he spent the morning waving men forward and sorting out the chaos so calmly that terrified 20 year olds looked at this old man with a cane and decided that if he wasn't scared, they wouldn't be either.
His son Quentin, named for the uncle killed in the last war, landed at Omaha Beach the same morning. They were the only father and son to come ashore together on D-Day.
He died a month later. A heart attack in his sleep. And here is the part that gets me. On the very day he died, the orders had just come through promoting him to major general and giving him his own division. He never saw the paperwork. He never knew he'd earned the Medal of Honor either.
At his funeral his pallbearers were seven of the most famous generals of the war, Bradley, Hodges, Collins, Barton, Huebner, and George Patton. The same Patton who had fired him. Patton wrote in his diary that Roosevelt was one of the bravest men he had ever known.
Years later Omar Bradley was asked to name the single most heroic thing he witnessed in all of World War II. He didn't pause. He said, "Ted Roosevelt on Utah Beach."
It’s pretty embarrassing that most people who defend Islam don’t seem to understand that since 700AD it hasn’t changed.
The throat cutting, stabbing, murdering and raping is the same as it ever was.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
O Que Ninguém Explica aos Jovens: Dinheiro é Essencial
Um dos momentos marcantes da minha vida foi quando recebi meu primeiro salário. Não era suficiente para me sustentar. Geralmente, o primeiro salário do primeiro emprego nunca é. Mas era o passo inicial para assumir o controle do meu destino.
Lembro que entrei no supermercado e pensei: posso comprar o que quiser porque agora tenho dinheiro para isso. Meu dinheiro.
Fui, aos poucos, me tornando independente. Mudei de emprego muitas vezes, avancei na carreira, casei, tive filhos e, eventualmente, passei por tempos difíceis, inclusive um período de desemprego em que ia ao mercado com um aperto no estômago, com receio de que o dinheiro da conta não fosse suficiente para pagar as compras. É um sentimento terrível.
Há quem recomende aos jovens que, ao escolher uma profissão, o importante é fazer o que se gosta. “Siga sua paixão” e o resto será consequência. Mas esse é um conselho equivocado que produz resultados graves, às vezes irrecuperáveis.
Um dos fatores críticos para a felicidade do ser humano é a capacidade de se sustentar e, em algum momento, sustentar uma família. Nenhuma “paixão” substituirá isso.
Conheço pessoas que decidiram seguir carreiras em que fariam o que gostavam - na verdade, aquilo que achavam que gostavam - só para viver em permanente insegurança, instabilidade e dependência porque a ocupação que escolheram não gerava renda suficiente.
Depois de algum tempo, a maioria não fazia mais o que gostava; eles faziam qualquer coisa para sobreviver.
A escolha de uma profissão é influenciada por vários fatores. Um deles precisa ser a capacidade que aquela profissão tem de colocar comida na mesa, porque ninguém vive sem comer. Ninguém vive sem uma casa para morar - o que exige pagamento de aluguel, IPTU e condomínio - ou sem eletricidade, água, roupas, plano de saúde, internet e tantas outras coisas pelas quais precisamos pagar.
Se o pagamento não é feito com o dinheiro que ganhamos, ele precisará ser feito com dinheiro que pediremos emprestado a alguém. A alternativa é passar necessidades.
É claro que uma vida feliz é resultado de muitas coisas e apenas algumas delas estão sob nosso controle. Mas as coisas que controlamos não podem ser negligenciadas.
Poucas pessoas trabalham fazendo apenas o que gostam. Gostar de uma atividade não é o fator principal a ser considerado na escolha de uma profissão - até porque é praticamente impossível para um jovem de 17 ou 18 anos, com pouca experiência, decidir o que quer fazer pelo resto da vida.
E nenhum jovem precisa assumir um compromisso assim. A vida é cheia de surpresas. Haverá oportunidades para correção de rumo e para mudar de uma atividade para outra, desde que a pessoa tenha se preparado para isso.
Eu defendo a ideia de que, ao escolher uma profissão, o jovem tenha em mente três critérios. Um deles é ter algum interesse por aquela atividade, claro. Mas é preciso manter a mente aberta e ampliar o alcance desse interesse potencial.
Outro critério - e esse é imprescindível - é que a atividade profissional permita manter o padrão de vida com o qual a pessoa está acostumada.
Conheço um jovem que abriu mão da possibilidade de fazer medicina para cursar psicologia. A renda média de um psicólogo fica muito abaixo da renda média de um médico. Esse jovem - que não conhecia nenhuma das duas profissões - provavelmente teria se adaptado à medicina tanto quanto se adaptou à psicologia, com a diferença de que teria empregabilidade maior e uma expectativa de renda superior.
Outro jovem abandonou a engenharia para estudar música. Com essa escolha, ele impôs uma limitação tão grande à sua independência financeira que, aos quase 40 anos, ainda mora com os pais, sem qualquer perspectiva de conseguir pagar suas contas. Um engenheiro mediano tem muitas oportunidades de emprego devido à sua formação, enquanto um músico, para viver da música, precisa de esforço, talento e sorte acima da média.
O terceiro critério que eu sugiro para a escolha de uma profissão é a flexibilidade diante de futuras e imprevisíveis oportunidades. Dizendo de outra forma: quem se gradua em engenharia, por exemplo, está capacitado a exercer uma grande variedade de atividades, não só em engenharia, mas na administração privada ou pública, no mercado financeiro, na área de vendas, no ensino e em outras áreas. O médico e o advogado podem trabalhar como funcionários de uma empresa ou abrir o próprio negócio. Um programador tem possibilidades infinitas. Mas alguém que escolhe graduação em história, geografia ou sociologia - por exemplo - provavelmente está limitando suas oportunidades profissionais ao trabalho como professor.
Há uma regra que parece simplória, mas que ajuda muito na escolha da carreira. A regra diz que quanto maior o esforço feito na universidade, melhores serão as oportunidades profissionais.
Jovens, seduzidos pela teoria do “fazer aquilo que se gosta”, escolhem cursos “fáceis”. Além disso, muitos têm a convicção de que a sociedade lhes deve empregos divertidos e bem-remunerados, como um direito de nascença. Movidos por isso, acabam escolhendo cursos universitários cuja empregabilidade é baixa ou inexistente - não são muitas as empresas que precisam de sociólogos especializados em estudos de gênero ou historiadores com mestrado em “decolonialidade”. Mas todas as empresas precisam de administradores, programadores, advogados e contabilistas. E todo mundo irá, um dia, precisar de um médico.
Quem escolhe uma profissão bem-remunerada e com empregabilidade aumenta as chances de conquistar estabilidade e independência financeira, e pode aproveitar as oportunidades que a vida colocará à sua frente.
Um engenheiro ou arquiteto que já tem casa própria e fez uma poupança pode, eventualmente, tirar um período sabático e se dedicar à literatura ou à música. Mas um licenciado em literatura ou um músico que passou a vida lutando para não morrer de fome, não consegue pensar em mais nada a não ser nas contas que vencem no final do mês.
Uma vida sem dinheiro não é rebelde nem romântica.
A primeira responsabilidade dos adultos é sustentar a si próprios e aos entes queridos que um dia formarão suas famílias.
Nada, absolutamente nada substitui a independência financeira. Sem ela, não existe felicidade real.
Remember Louisa Vesterager Jespersen, the 24-year-old Danish woman, and Maren Ueland, the 28-year-old Norwegian.
While on vacation in Morocco, they were camping one night when four Muslims attacked them. They were kidnapped and raped.
What happened next was filmed by the Islamists themselves in a video — pure horror and hatred.
⚠️ [Sensitive content — if you’re easily upset, stop reading now] ⚠️
It’s night. The two girls are outdoors, their bodies lit only by the glow of mobile phones.
Louisa is lying face down, pants pulled down. Two Moroccans stand over her, speaking Arabic.
One of them starts slicing her throat from the back of the neck. She cries, calling out “MOOOR”, Danish for “Mom”, desperately calling for her mother. He doesn’t stop.
He keeps cutting until she loses consciousness, then fully decapitates her and throws her head to the ground. One of them spits on it.
The next morning a shepherd found both bodies, decapitated.
Louisa and Maren were tortured, raped, and murdered for a single “crime”: being white Europeans.
The killers are currently serving 20-year sentences in a Moroccan prison.
For these two innocent souls, there was barely any outrage, just a brief news story that quickly disappeared from the headlines.
Their suffering was allowed to fade in silence, because they were killed by North Africans.
I don't think Khelif can be classed as trans, because his claim has always been that he's biologically female, not that he 'identifies' as a woman. Imo, the only relevance of trans issues to Khelif's case is that the IOC fudged the sex testing requirements because they thought taking that would keep them safe from the ire of gender activists, and screw the consequences for female boxers.
I've said this before: I have nothing but sympathy for anyone who sincerely believes they're one sex, because that's what they've been told all their life, and then finds out they're the other. That must be a truly shattering moment and I can see why said person would take refuge in denial. Some have argued 'but once puberty hit, how could he not know?' but I think that underestimates how much social conditioning and wishful thinking can blind a person to the truth.
All of that said: I have no sympathy for the people surrounding a male boxer who keep pretending, to him and to others, that he's female after seeing the test results, nor for a fully-fledged adult man who's able to comprehend that he's male and has an insurmountable physical advantage when facing a female opponent. At that point, he and everyone else involved in promulgating the lie is knowingly risking the possibility that a female opponent will suffer brain damage or death, just so he can keep winning medals. That's an outrage that far surpasses any harm done to Khelif by taking a cheek swab and accepting facts. He's free to keep boxing, just in the proper sex category. All he loses is the opportunity to cheat.
As another man who once worked with me declares himself saddened by my beliefs on gender and sex, I thought it might be useful to compile a list for handy reference. Which of the following do you imagine makes actors and directors who aren’t involved with the HBO reboot of Harry Potter so miserable?
Is it my belief that women and girls should have their own public changing rooms and bathrooms?
That women should retain female-only rape crisis centres?
That men don’t belong in women’s sport?
That female prisoners shouldn’t be incarcerated with violent men and male sex offenders?
That women should remain a protected class in law, because they have sex-specific needs and issues?
That language should reflect reality rather than ideological jargon, especially in a medical context?
That women shouldn’t be harassed, persecuted or fired for refusing to pretend humans can change sex?
That women should not be threatened with violence and rape when they assert their rights?
That freedom of speech and belief are essential to a pluralistic democratic society?
That troubled minors, especially those who are gay, autistic and trauma-experienced, should be given mental health support instead of irreversible surgeries and drug treatments on non-existent evidence of benefit?
That gay people shouldn’t be pressured to include the opposite sex in their dating pools, nor should they be smeared as ‘genital fetishists’ when they don’t?
That cross-dressing heterosexual male fetishists aren’t actually oppressed, but having the time of their lives piggybacking off gender identity ideology?
That said ideology, and the privileged, blinkered fools pushing it because they suffer zero consequences themselves, have done more damage to the political left’s credibility than Trump and Farage could have achieved in a century?
Let me have your thoughts.
🚨🚨🚨Dia histórico!
VITÓRIA ESPETACULAR PARA AS MULHERES!
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou 𝐨 𝐛𝐚𝐧𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 "𝐚𝐭𝐥𝐞𝐭𝐚𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐠𝐞̂𝐧𝐞𝐫𝐨𝐬" 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞𝐬 𝐟𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐨𝐬, e afirma que vai proteger de forma intransponível a categoria feminina!
Glória! Justiça!
Depois de anos de atrocidades cometidas contra as mulheres, o esporte feminino volta a ser justo e seguro. A ciência e a realidade venceram! Não há mal que dure para sempre!
Parabéns às mulheres e aos homens - atletas ou não - que não se calaram diante dessa aberração e barbárie! Obrigada pela coragem!🙌💪💕
- BASTA DE HOMENS NO ESPORTE FEMININO!
Obrigada, Kirsty Coventry, por proteger as mulheres no esporte e honrar a Carta Olímpica! ♥️
Thank you, Kirsty Coventy! @iocmedia 🌹
https://t.co/SdpQZy84TR
No seu livro O Suicídio do Ocidente James Burnham apresenta um teste com 39 questões para diagnosticar o quanto o seu pensamento foi contaminado pelo esquerdismo. A maioria das pessoas não gosta do resultado. Faça o teste:
https://t.co/1WilSM0b12
Transgenderism and Islamism are almost identical.
Paedophilic, authoritarian, ideological, anti freedom, censorious, colonising, invasive, misogynistic, homophobic, deceitful, dangerous and in every school, police force, NHS, state funded institution and private corporation.
If you believe free speech is for you but not your political opponents, you're illiberal.
If no contrary evidence could change your beliefs, you're a fundamentalist.
If you believe the state should punish those with contrary views, you're a totalitarian.
If you believe political opponents should be punished with violence or death, you're a terrorist.
🚨NAMED AND SHAMED🚨
GBNews has REVEALED the NINE Labour officials who worked behind the scenes to OBSTRUCT a national inquiry into grooming gangs
Any guesses who?
[Thread listing all of them 🧵]