Integrantes do BTS emitem comunicado informando que não irão submeter seus trabalhos recentes ao GRAMMYs:
“Decidimos não submeter nossas músicas ao GRAMMY neste ano. Esperamos que a música seja ouvida e amada pelo que ela é, sem ser limitada por região ou idioma. Agradecemos sempre aos ARMYs e a todos que nos apoiam.”
Pietra Bertolazzi foi homofóbica e xenofóbica com o BTS durante a final da Copa do Mundo. Resultado: fãs do grupo conseguiram seus dados e a inscreveram pra ser mesária nas eleições em TODOS OS ESTADOS do país. Agora, ela anunciou que dará um tempo das redes. Obrigado, Armys ❤️
[🚨] - Membro da Recording Academy, Adam Merter Birson, afirma que o BTS deveria disputar apenas as categorias principais do GRAMMYs. 🔥
Adam declarou:
🗣️ "O ARMY do BTS deveria lutar para que eles ganhem Álbum do Ano, e não para que sejam marginalizados em uma categoria de Melhor Pop Asiático. É ótimo que artistas menores recebam reconhecimento, mas o BTS é grande e importante demais para cair nessa armadilha."
No print, ele respondeu a um comentário dizendo:
💬 "Com certeza! Acho que eles não deveriam se contentar com nada menos que Álbum do Ano."
ARMYs, FAÇA O ARIRANG SER MAIOR DO QUE JÁ É. 💜🔥
“o army deveria pressionar para que eles ganhem álbum do ano, e não serem marginalizados em uma categoria de melhor pop asiática… o BTS é grande e importante demais para cair nessa armadilha” - membro da recording academy
ARMYs, isso é um incentivo para nunca deixarem de lutar pelos direitos de vocês!!
Somos armys e acima de tudo, trabalhadoras também!
Somos o maior fandom do mundo e do Twitter, quando necessário, precisamos nos posicionar! mostrem para esses políticos safados que com a gente, não se mexe!!!
Comentem o fanchant com as tags abaixo:
ARMY CONTRA O SENADO
SENADO INIMIGO DO POVO
SEM RETROCESSO
#ARMYContraOSenado
#SenadoInimigoDoPovo
#SemRetrocesso
SENADO INIMIGO DO TRABALHADOR
Logo após o fim da escala 6x1 ser aprovado na Câmara dos Deputados e consequentemente a PEC seguiria para a Câmara do Senado, veio aí:
“O senador Rogerio Marinho (PL-RN) apresentou nesta quinta-feira (28) a PEC 12/2026, que permite ao trabalhador escolher entre a jornada tradicional da CLT ou um regime flexível baseado nas horas efetivamente trabalhadas.
Pela proposta:
• O empregador pagaria apenas pelas horas trabalhadas;
• O contrato individual prevaleceria sobre acordos coletivos;
• Benefícios como FGTS, férias e 13º salário seriam proporcionais à jornada escolhida.
O objetivo, segundo o senador, é ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador, permitindo que ele defina a carga horária que melhor concilie sua vida pessoal com o trabalho e se adapte às demandas do mercado.
— Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, 50 horas, é possível. E que você seja remunerado pela sua atividade e pela sua disponibilidade em relação ao seu empregador. É assim que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos — afirmou o senador.”
Fonte: agência Senado.
Sabemos que, na prática, isso não funcionaria. Com a carga horária atual, as empresas já abusam e exploram os trabalhadores, ultrapassando frequentemente as 6/8 horas diárias sem pagar as horas extras.
Essa PEC só abriria ainda mais margem para a exploração da relação entre empregador e empregado. Nós sabemos quais são os nossos limites, mas eles muitas vezes não são respeitados. Queremos uma carga horária fixa, sem retrocessos!
A proposta caminha no sentido oposto: torna o trabalho mais barato e descartável para o empregador, ao mesmo tempo em que transfere todo o risco e a instabilidade para o trabalhador.
Agora é hora de pressionar o SENADO para aprovar o fim da escala 6x1, ARMYS!!! @rickazzevedo@ErikakHilton@movimento_vat
Subam as tags abaixo:
ARMY CONTRA O SENADO
SENADO INIMIGO DO POVO
SEM RETROCESSO
#ARMYContraOSenado
#SenadoInimigoDoPovo
#SemRetrocesso