O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende extinguir a cobrança do IPTU e do IPVA em todo o Brasil. Na justificativa da proposta, ele afirma que esses impostos representam uma cobrança permanente sobre bens.
Já posso imaginar todo mundo usando o vídeo do debate dele como prova de defesa pro juiz assistir ele alegando que que não é sommelier de resistência e que toda "resistência" cometida pelos caras é válida.
@MafinhaBarba@bebel_lulu Se cada um ae for ao lugar que defende.. um a Israel e o outro a Palestina. Apenas um retorna são e salvo com boas história a contar! Simples assim😅
@CuscoB222@EdGaarcia Ter que explicar educadamente a alguém que “todes” não existe já coloca o Abílio em um prateleira diferente como pessoa, como gestor. Ele é muito maneiro!
O MBL acaba de inaugurar sua nova função na política brasileira, fiscal de rola, porque é disso que se trata quando o Kataguiri sobe num palco para anunciar, em tom de trailer de novela, que vai vazar vídeo do Flávio "traindo a mulher com beijinhos", e comecemos pelo princípio que essa gente finge desconhecer, a vida pessoal do Flávio é dele, o casamento dele é assunto dele e da mulher dele, quem ele beija não muda um centavo de imposto, não altera uma linha de projeto, não move um voto de quem tem juízo, e o dia em que a política se decidir pela fechadura do quarto e não pela praça pública, quem vence não é a direita nem a esquerda, é o chantagista, que passa a ser o dono de todos os candidatos. E repara em quem se apresenta para o cargo de guardião da moral conjugal, o MBL, o movimento cuja única expedição internacional, a excursão à guerra da Ucrânia em 2022, entrou para a história não por reportagem nem por socorro humanitário, mas pelos áudios do Arthur do Val, companheiro de viagem do Renan Santos, avaliando refugiadas de guerra como mercadoria, "fáceis porque são pobres", vergonha que correu o planeta e custou o mandato dele, ou seja, mandaram dois homens a uma guerra e o que voltou na bagagem foi assédio, e é esse currículo que hoje monta guarda na porta do quarto alheio distribuindo diploma de fidelidade. Há uma lei antiga que explica o fenômeno, quanto mais vazio o estoque de ideias, mais ocupado o binóculo, porque quem tem projeto disputa o debate, quem tem voto disputa a urna, e quem não tem nem um nem outro disputa a cama do adversário, anunciando intimidade como atração de circo na esperança de que o escândalo faça o serviço que o argumento não soube fazer, método que a esquerda apontou contra todos nós durante décadas e que o bando da renovação empunha agora com o entusiasmo de quem enfim encontrou a própria vocação. Se o Flávio é mau candidato, derrotem-no no voto, se o programa é ruim, desmontem-no em público, mas entendam o que o anúncio de vocês confessa, movimento que precisa da fechadura alheia para existir já admitiu que, à luz do dia, não tem mais nada a mostrar, e de todos os destinos possíveis para os meninos que um dia encheram as ruas do Brasil, realizou-se precisamente o mais melancólico, terminaram de binóculo na mão, montando guarda no motel dos outros, com a Ucrânia inteira de testemunha de que, em matéria de moral alheia, o MBL é o último movimento deste país com autoridade para abrir a boca.