Quando o brain rot já é tão grande que dás por ti a fazer de cheerleader de derivados da Al-Qaeda. É que são literalmente os tipos do Hayat Tahrir al-Sham, a Al-Qaeda na Síria, que estão a atacar Alepo. Os tais que, alegadamente, os EUA foram lá eliminar. Acredite se quiser!
Há menos de quatro meses, Netanyahu, o homem agora acusado de crimes de guerra pelo ICC, discursou no Congresso onde foi aplaudido 39 vezes, 23 das quais de pé. Os EUA são cúmplices.
The warrants are incomplete without Biden and Blinken. But the warrants do confirm that the U.S. political class is complicity with genocide, especially the democrats and all who voted for them.
https://t.co/Ue5Yo2d1Bh
...para exalares os teus pensamentos de Chega mal assumido, a tua falta de respeito pelas mulheres, o teu o teu baixo racismo, a tua transfobia e as tuas ideias estranhas sobre "a idade do consentimento". E nós somos livres para te mandar dar uma volta ao bilhar grande. 2/2
Repara, João. Há liberdade de expressão na internet e estás à vontade para a exercer na tua conta. Para lá disso, ninguém tem a obrigação de te aturar, seja aqui, no Bluesky ou na sala de estar lá de casa. És livre para usar uma página de cariz pretensamente institucional... 1/2
@1963Cor_DeVolta@mpmendespt Um texto de Mário Soares, em 2008, quando havia adultos na sala. Hoje seria acusado de ser Putinista.
https://t.co/m67Exu8hWO
@1963Cor_DeVolta@mpmendespt Um texto de Mário Soares, em 2008, quando havia adultos na sala. Hoje seria acusado de ser Putinista.
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Ana Gomes bem pode apagar a conta, que não nos esqueceremos do orgulho com que disse ter ido a Maydan, fazer de figurante no golpe que a CIA ali orquestrou em 2014, quando Victoria Nuland por ali andava a distribuir biscoitos. O Jeffrey Sachs conta a história. Eu tinha vergonha.
@bcarloscarvalho@Daniel8Lopes De quantas armas mágicas já ouvimos falar no decurso desta guerra? As baterias de ATACMS não vão durar duas semanas. Isto é mais um grande nada.
@xp32D_2022@mpmendespt@_Stalinspears_ Mais parece uma tentativa do Ocidente em provocar a escalada do conflito, para condicionar o recuo da próxima administração dos EUA. Em tudo isto, uma coisa é cada vez mais certa: o destino de Zelensky.