A esquerda que despreza o cristianismo só se lembra de Cristo quando pode usá-lo como escudo. Confundem misericórdia com permissividade, como se amar o pecador significasse absolver o crime. Mas desde Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, a Igreja ensina que a justiça é parte do amor: proteger o inocente é um ato de caridade, e punir o mal é restaurar a ordem que o próprio Deus instituiu. O apóstolo Paulo foi claro: a autoridade não traz a espada em vão, é serva de Deus para castigar quem faz o mal. O cristão não é chamado à covardia, mas à coragem moral. Cristo, que perdoou, também empunhou o chicote. O cristão que ama o bem não pode ser neutro diante do mal. Por isso, quando a polícia reage a criminosos, o cristão não celebra a morte, mas a vitória da ordem sobre o caos. Porque amar o bem é odiar o que o destrói - e a verdadeira paz só existe onde há justiça.
O aplicativo do @govbr é igual ao Governo: Não funciona.
Tenho que declarar meu imposto porque o governo acha justo que eu devolva pra ele o que ele mesmo me tira.
MORAES, ZANIN e DINO tinham que sair presos do plenário da 1ª Turma!
Cometeram CRIMES DE RESPONSABILIDADE, previstos na Lei 1.079/50, art. 39, item 2.
CONSUMADO!
SÃO SUSPEITOS POR LEI, e não poderiam julgar nada!
Mas, o SENADO, de joelhos, e de quatro, não faz nada!
Que VERGONHA, meu Deus!
(...) Manda Alckmim pra posse do presidente do Irã, mas não manda delegação decente pra Davos. Se o PT levar 26, o Brasil virará um grande lixão cheio de idiotas mandando pra sempre . O governo Lula não presta nem pra comandar um centro acadêmico de ciências sociais.
PROPOSTAS DO LULA EM 2022:
* FIM DO ORÇAMENTO SECRETO
(AUMENTOU)
* FIM DO SIGILO DE 100 ANOS
(CONTINUOU)
* MENOS IMPOSTO PRO POBRE
(TAXOU ATÉ AS BRUSINHAS)
* PICANHA E CERVEJA
(VOLTOU O DPVAT)
* FIM DAS QUEIMADAS
(INCÊNDIO BATENDO RECORDE)
SÓ RETARDADO ACREDITA EM PROPOSTAS.
Aqueles que defendem o bloqueio, o fazem por mau caratismo, oportunismo carreirista ou crença ideológica estúpida. O Brasil, agora a passos largos, caminha para a condição de uma república das bananas, um país de segunda classe, regido por tiranetes.