@CarlosG90050540@fdesouzaalves Foi, não viu!
Velho doido! Internet está cheio de aposentado desocupado que acha que é investigador da PF.
Seu senil, foi o rapaz foi investigado e não acharam nada.
Mas ninguém foi atrás do irmão do Vorcaro.
@carvalho_harlen É igual droga, só usa quem quer.
É igual bet, só joga quer quer.
É igual bebida, só bebe quem quer.
Aaaaaa se fosse assim.
Quando a pessoa está em crise depressiva, não tem essa de “quem quer”, se vê num estado de baixa estima e cai numa lavagem cerebral.
@elton_rider@brunolalvez É igual droga, só usa quem quer.
É igual bet, só joga quer quer.
É igual bebida, só bebe quem quer.
Aaaaaa se fosse assim.
Quando a pessoa está em crise depressiva, não tem essa de “quem quer”, se vê num Estágio de baixa estima e cai numa lavagem cerebral.
No pré jogo de Argentina X Cabo o repórter Nilson Klava perguntou para um torcedor de Cabo Verde o que ele achava do goleiro Vozinha, o plot twist era que era o pai do Vozinha.
🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES!
Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation.
Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física.
Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão.
Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados.
Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita.
É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento.
E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo.
A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não.
A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física.
Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já:
A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos.
Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura.
Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
ATUALIZAÇÃO NA SUA TELA 🫵
A França venceu da Suécia e carimbou seu passaporte para as oitavas de final da Copa! ⚽
👉 Próximo confronto: FRANÇA x PARAGUAI
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