Comunicado Oficial da Cyberleek que vazou o GTA 6!
O grupo por trás da nova filtragem de GTA VI, Cyberleek, exige o cumprimento dos seguintes pontos:
NUMERO 1
Nenhum consumidor deverá pagar por um jogo através de lojas digitais antes de seu lançamento e da publicação de análises independentes. As pré-vendas de mídias físicas continuarão permitidas.
As pré-vendas não foram criadas para beneficiar os jogadores. Elas surgiram porque os discos físicos possuem limitações de fabricação e distribuição. No mercado digital, porém, não existe estoque. Não há escassez de unidades. Uma cópia digital não pode se esgotar.
Ainda assim, as editoras mantiveram o sistema de pré-venda e eliminaram seu único benefício real para o consumidor. Agora, os jogadores pagam antecipadamente e não recebem nada em troca, além de um temporizador de contagem regressiva e, em alguns casos, itens cosméticos.
Se as editoras quiserem obter receita antes do lançamento, podem fabricar discos, imprimir caixas, colocá-los nas prateleiras e obter esse dinheiro por meio da produção e venda física.
NUMERO 2
Nenhuma editora deverá vender acesso a conteúdo para um jogador que já esteja presente nos arquivos do jogo-base adquirido pelo consumidor.
Isso significa: não às chaves de desbloqueio, não aos arquivos de 1 MB que funcionam como marcadores de posição e não à simples alteração de uma variável de locked = true para locked = false para liberar conteúdo que já está presente no disco ou no download.
Quando alguém paga mais de US$ 70 por um jogo, comprou os dados daquele produto. Todos eles.
Vender posteriormente um arquivo que apenas altera uma variável para desbloquear uma missão, personagem, arma ou capítulo da história significa cobrar duas vezes pelo mesmo conteúdo.
NUMERO 3
Qualquer jogo que inclua conteúdo para um jogador deverá possuir um modo alternativo que funcione offline. Quando o suporte aos servidores for encerrado, a editora deverá publicar um patch final que desbloqueie todo o conteúdo para um jogador para uso local e por tempo indefinido.
The Crew tinha uma campanha para um jogador. As pessoas pagaram o preço integral pelo jogo. Depois, a Ubisoft encerrou os servidores e todo o jogo deixou de funcionar, incluindo seu conteúdo para um jogador. Sem reembolso. Sem patch. Sem alternativa.
O conteúdo para um jogador depende de uma única coisa: do hardware que o consumidor já possui. Fazer com que esse conteúdo deixe de funcionar simplesmente porque os servidores foram desligados é inaceitável.
Esses três pontos são apenas o mínimo do que consideramos aceitável.
Se as editoras descumprirem essas exigências, serão expostas publicamente.
A Cyberleek continuará interrompendo suas operações até que as empresas envolvidas emitam uma declaração pública e um pedido de desculpas, acompanhados de um compromisso concreto para reparar os danos causados.
Não haverá negociações privadas. Não haverá acordos silenciosos. O público verá tudo — ou os leaks não pararão.
As editoras deveriam ter cuidado. Se a Cyberleek conseguiu chegar até a Rockstar, ninguém está a salvo.
Esta é uma mensagem para todas as grandes corporações:
Comportem-se ou serão o próximo alvo.
Brasileiros que criaram uma conta PlayStation antes de julho de 2011 serão obrigados a comprar GTA 6 em dólar ou terão que criar uma nova conta.
Isso acontece porque, antes dessa data, não existia suporte oficial da PlayStation no Brasil, o que obrigava os usuários a escolher outra região (geralmente os Estados Unidos). O sistema porco e remendado da PSN não permite, ATÉ HOJE, a mudança de região da conta, algo que o Xbox e a Nintendo implementaram sem problema nenhum há anos. Além disso no Xbox, os códigos de GTA 6 não terão nenhum bloqueio por região, provando que a Sony escolheu ser incompetente.
Muitos desses usuários recorrem à mídia física, já que ela não possui bloqueio de região e pode ser adquirida pelo preço local. Mas, como GTA 6 não possui mídia física, apenas um código BLOQUEADO POR REGIÃO, quem criou uma conta naquela época terá que comprar GTA 6 na moeda da região escolhida (provavelmente em dólar) ou criar uma outra conta brasileira apenas para o jogo. Uma situação chata pra c*r*lho que poderia ser facilmente evitada se a Sony não odiasse o consumidor.
O Micali, do Flow Games, relatou em seu canal o quão ridículo é essa situação em pleno 2026.
The fact that this issue even has to be mentioned, let alone given a headline, is deeply discouraging to me. What the hell are young programmers being taught that they would even consider the idea that OOP is "dead".
Woe to our industry if hard won, tried and tested ideas, like OOP and Design Patterns, are so easily discounted.
I'm teaching databases this semester at Berkeley. My students all seem unusually brilliant. Not many go to office hours, and not too many folks post on the course forum asking project questions.
Weirdly, the exam had the lowest recorded average in my 10 semesters teaching it.