@Reginaldoromei4@SF_Moro Você deve ser daqueles que se pegar a sua mulher com outro na cama, pede desculpas e diz que volta mais tarde pra dar tempo dela terminar o serviço né.
@felipeneto Já trabalhou alguma vez na vida? Leu a porcaria do projeto. Quem mais vai sofrer se essa calamidade for aprovada, é o pobre e o trabalhador. O dono do mercado vai colocar o aumento do custo nos produtos, assim como toda a cadeia produtiva, quem não tem pra onde correr é o pobre.
@bulhoes_wi77236@areamilitarof Qual o problema? Ela se posicionou, sansões comerciais fazem parte da estratégia de guerra. Essa é a grande vantagem de um bloco econômico forte e consolidado.
@MariaLucia32791@Alexmorettibr Não dá pra assistir filmes brasileiros que dizem contar a História, aqui tudo é tendencioso. Já sabemos o posicionamento da classe artística, provavelmente mais uma ferramenta para manipular as pessoas.
URGENTE: O homem que morreu na explosão em frente ao STF bebeu água no dia 12 de novembro, um dia antes do ataque. Coincidentemente, nesse mesmo dia, Jair Bolsonaro também bebeu água. Fonte: Globo.
@rodrigo_rangel Deveria se abrir uma CPI no senado pra investigar isso. Não faz sentido o STF investigar o próprio STJ até porque pode ter algum envolvimento...
Brasília, 29 de Novembro de 2016:
com o país em luto, consternado pelo acidente aéreo que, no dia anterior, vitimara a delegação da Chapecoense na Colômbia, manifestantes arregimentados por partidos de esquerda e sindicatos, tomaram a Praça dos Três Poderes para protestar contra a PEC do teto de gastos.
A multidão de dez mil pessoas, segundo a polícia (ou trinta mil, segundo os organizadores do ato), queimou carros, vandalizou paradas de ônibus, arrancou placas de trânsito, destruiu uma agência bancária e causou depredação nos prédios de 14 (catorze) ministérios.
Manifestantes ainda atiraram artefatos explosivos na direção de policiais. Um PM foi esfaqueado.
Conforme matérias publicadas à época, um total de 4 (quatro) manifestantes foram conduzidos à delegacia, mas liberados no mesmo dia. Seus nomes não foram divulgados. Não é possível saber se alguém foi ao menos processado.
Nas mesmas matérias não se vê as expressões "golpistas" ou, muito menos, "antidemocráticos":
no máximo, "radicais" ou "vândalos" (que alguns textos sugerem que teriam sido uma "minoria", em um protesto que começara "pacífico").
O evento, na verdade, teve muito pouca cobertura da imprensa, por motivos óbvios: naqueles dias, a tragédia do clube catarinense ocupou praticamente todos os noticiários. Não consta que a Rede Globo tenha produzido uma investigação sobre a vida pregressa de qualquer um dos participantes daquele ato para transformar em matéria do Fantástico.
E, aparentemente, o STF também não se manifestou a respeito.
@melrecordss@brom_elisa O problema é quando isso se torna questão de saúde pública... Imagina você não conseguir fazer um transplante ou cirurgia ortopédica por falta de recursos pra um monte de adolescentes irresponsáveis saírem abortando indiscriminadamente com os recursos do SUS.