O que nos venderam foi que Marcos Antonio Herédia deu um tiro nas costas de Maria da Penha enquanto ela dormia e a manteve em cárcere privado e tentou eletrocutá-la durante o banho. Aí vem a própria Maria da Penha e nos diz isso. Fomos manipulados? Ele é agressor ou vítima?
Elize Matsunaga e Suzane Von Richthofen ganham livros, séries e filmes apresentando seu lado da história, possuem fã clubes e amplo espaço na mídia para se comunicar, mesmo que elas próprias admitam seus crimes.
Agora, um homem que passou a vida toda negando o crime ao qual foi acusado e que possui provas fortíssimas à seu favor (segundo a própria Maria da Penha ele nunca encostou um dedo nela, apenas praticava “violência psicológica” até que do nada decidiu dar um tiro nela enquanto ela dormia, já segundo Marco Antônio ela foi alvejada em um assalto em que ELE TAMBÉM foi alvejado no ombro direito com um tiro de rifle, algo impossível para um destro como ele fazer por conta própria apenas para “despistar”), mas esse cara não pode ser escutado. Ninguém poderá fazer uma série midiática sobre ele e lançar na Netflix. Ele precisa ser totalmente calado porque seu caso simplesmente virou o mais nefasto instrumento político da atualidade.
A verdade é que nunca na história da humanidade houve uma classe tão privilegiada quanto a das mulheres das últimas gerações. Elas são completamente blindadas, não podem ser punidas por seus erros, não podem ser questionadas, quando cometem crimes é justificável, a sociedade acolhe, o sistema premia. Nem mesmo crianças são tão protegidas e amparadas quanto elas.
Veja o tamanho do contraste: Mulheres são fãs da Matsunaga porque SABEM que ela matou o marido e apoiam isso. Alguns homens defendem Marco Antônio simplesmente porque acreditam em sua inocência.
Apenas um dos lados é acusado de cometer crime de ódio, é censurado e perseguido de todas as formas pelo maquinário misândrico instaurado em nosso estado. Incrivelmente não é o lado que aplaude assassinato, porque não é uma questão moral, é uma questão de privilégio da única classe que pode cometer todo tipo de atrocidade e ainda ser aplaudido por isso com endosso de todo sistema.
Se você não é capaz de perceber o quão absurdo é esse duplo padrão, é porque a lavagem cerebral realizada para desumanizar homens e santificar mulheres foi feita com excelência.
No Brasil, temos um homem proibido de falar sobre sua própria vida. Para manter certos mitos intactos (obs: não está intacto há muito tempo), o sistema faz essas coisas, pensando que ninguém notará.
Essa prisão acarretará o efeito Streisend: ninguém estava falando no assunto, e agora todo mundo falará e questionará a versão oficial dos fatos que gerou a lei.
Marco Antônio Heredia Viveros foi preso neste domingo. E o que isso tem a ver com você?
Não por novo crime e nem por agressão, mas sim porque deu uma entrevista a Roberto Cabrini, da Record, e a emissora anunciou o material nas redes. A Justiça proibiu a veiculação, mandou retirar tudo do ar e determinou a prisão preventiva.
Desde 2024 ele vive sob medida que o impede de falar sobre o processo e de mencionar o nome da ex-mulher. Décadas depois da condenação, a versão dele continua proibida de circular. A Record queria ouvir. Cabrini queria confrontar. O público não vai poder ver.
Agora isso daqui é o puro suco de Brasil!!!
Quando a narrativa oficial já está consolidada, qualquer voz dissonante vira ameaça. O homem que sempre sustentou a própria inocência e questionou as provas é silenciado de novo. Não com argumento, mas com ordem judicial e algema! Assim meus amigos, como um criminoso!
A liberdade de expressão vale só para um lado da história? Ou vale também para quem, décadas depois, ainda insiste em contar a sua versão?
Marco Antônio Heredia Viveros está preso neste exato momento e a entrevista está proibida. Se a verdade é tão sólida, por que o medo de deixá-la ser confrontada em rede nacional?
Apesar da derrota do time NOJENTO do São Paulo hoje em Porto Alegre, faço questão de registrar meus aplausos a todo o staff que cuida da estrutura MARAVILHOSA da Arena do Grêmio.
Reitero um elogio que faço a tempos sobre esse estádio: A Arena do Grêmio é um dos estádios mais fantásticos para se transmitir jogo no Brasil. O único palco esportivo que considero próximo ao estádio do tricolor gaúcho é o Mineirão, em BH.
Desde a recepção até as acomodações não tem um A para se questionar. Estacionamento amplo, infraestrutura de banheiros espetaculares com acessibilidade e limpeza contínua, diversos elevadores para a locomoção dos torcedores. Espaços amplos para comer, localização espetacular entre duas rodovias FEDERAIS, bem próximo do aeroporto. Completo.
E para mim, como imprensa, os elogios são ainda maiores. Ao todo, o estádio tem cerca de 35 cabines de transmissão. Nas fotos e vídeos mostro o tamanho delas, junto com uma infraestrutura exclusiva para os jornalistas e técnicos. Três elevadores exclusivos de cada lado dos setores de cabines (Leste e Oeste), espaço amplo para acomodação dos profissionais, com disponibilidade de som ambiente e televisão com retorno de imagem. Banheiros (no plural) exclusivos para os profissionais de imprensa. Um senhor banquete para os jornalistas com salgadinhos, água, refrigerante, sucos, e até uma garçonete para servir. Corredores amplos e acústica excepcional.
Creio que o único ponto falho é a não disponibilidade de internet cabeada gratuita. Porém, creio que possa ser melhorado esse dispositivo, já que o sinal de internet na Arena é ótimo, tanto no cabo, quanto no 5G (não tive problemas no celular, por exemplo).
Um estádio completo, avançado, que, apesar de ser chamado de arena, tem ar e conceito de estádio grande e bonito. Parabéns ao Grêmio por esse patrimônio e pela sua conservação.