Violações na gestação tem nome: VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA!
No RJTV, dois casos de mulheres que foram vítimas da violência obstétrica em hospitais municipais. Ana Flávia foi abandonada pela equipe médica e deu à luz só com a ajuda do marido. Enquanto Queli teve o bebê no chão da recepção da maternidade, depois de ter a internação negada.
A violência obstétrica é cruel, tanto ao violentar a integridade física quanto ao violar também sua saúde psicológica. Um momento que era esperado com carinho, onde a mulher conheceria e receberia o seu bebê com amor, é arrancado dela.
É fundamental que esses casos sejam apurados com rigor e celeridade e que a responsabilização possa ocorrer, da mesma forma que ações de reparação para Queli e Ana Flávia, por todos os danos sofridos, em especial com apoio psicológico.
Na Sala Lilás da ALERJ recebemos e acolhemos mulheres vítimas de violências. No nosso escopo de atendimento incluem-se mulheres vítimas de violência obstétrica. Se você passou ou conhece uma mulher que tenha passado por uma violação como essa, não deixe de entrar em contato pelo 0800 282 0119.
Minha solidariedade a Queli e Ana Flávia. Estamos à disposição!
#MandataRenataSouza
#LuteComUmaPreta