🚨PESSOAL, URGENTE🚨
O voto distrital fortalece oligarquias regionais e dificulta a eleição de quem defende pautas nacionais
Isso reduz a representatividade e a diversidade no Congresso
O Brasil precisa de um sistema que valorize o voto de opinião, não o toma-lá-dá-cá local
EXPLODE AGORA 👇
#DigaNaoAoVotoDistrital
A DEMOCRACIA BRASILEIRA ESTÁ SOB AMEAÇA! 🚨
A Câmara quer aprovar o voto distrital misto às pressas. Prometem “aproximar o deputado do eleitor”, mas a realidade é bem diferente. Sabe o que muda na prática?
❌ Sufoco das minorias e movimentos sociais: Eleições distritais exigem vitória em regiões específicas. Eleitores de causas sociais, indígenas, quilombolas, PCDs e da comunidade LGBTQIA+ estão espalhados pelo país. Sem concentração geográfica, essas vozes correm o risco de desaparecer do Congresso!
❌ A Elite partidária no poder para sempre: Metade dos deputados virá de listas criadas DENTRO dos partidos. Você não escolhe a pessoa, escolhe a lista. Quem fica no topo? Os velhos caciques de sempre, blindados e garantidos na cadeira.
❌ Vereador de luxo: O deputado federal precisa pensar o BRASIL. No distrito, a política vira disputa por obra de bairro, curral eleitoral e troca de favores locais.
❌ A regra do jogo manipulada: O desenho das fronteiras dos distritos pode ser manipulado para favorecer quem já está no poder (o famoso gerrymandering).
Democracia de verdade exige pluralidade, diversidade e espaço para todos os partidos e causas.
Não podemos aceitar o retrocesso da nossa representatividade!
#DigaNaoAoVotoDistrital #OBrasilNaoQuerVotoDistrital
Em Defesa Da Democracia
VITÓRIA DAS MULHERES!
Nesta quinta, o TSE decidiu por unanimidade que homem condenado por agredir uma mulher em razão do gênero tornam o réu inelegível. A Lei da Ficha Limpa já barrava condenados por crimes contra a vida e a dignidade sexual, e agora a violência de gênero entra nessa conta.
Em dezembro de 2025, eu e a deputada Fernanda Melchionna (@fernandapsol) apresentamos o projeto que coloca a Lei Maria da Penha na Ficha Limpa e torna inelegível quem for condenado por violência doméstica e familiar contra a mulher (PLP 255/25). A decisão do TSE mostra que o caminho é esse.
Com essa decisão, amplia-se a pressão para que o Congresso aprove nossa proposta. Agressor de mulher não pode representar o povo brasileiro!
Não é porque acabou as eleições que nossa luta terminou. Precisamos lutar por nossos indígenas que estão sendo exterminados. Ninguém solta mão de ninguém!!!