🚨🇫🇰 PICTURED: Argentina’s players hold up a sign saying “Las Malvinas” are Argentine
This is factually inaccurate, as the Malvinas, officially named the Falkland Islands, are British
mr ballon d'or
refutando todos aqueles que o criticaram
agora com a chance de fazer história
todo o povo de bem está contigo e com o teu país
hacelo rodri 🔵🇪🇸
Tenho uma opinião muito particular quando vejo brasileiros torcendo pela Argentina ou por qualquer outra seleção, e não é algo recente da minha visão.
Hoje, o ato de torcer foi banalizado, como se bastasse escolher a seleção que joga melhor, tem os melhores jogadores ou oferece mais chances de vitória. Eu não enxergo dessa forma. Quando falamos de seleções, o vínculo vai muito além do futebol. Ele envolve o país onde você nasceu, a sua história, as suas raízes, a sua infância, a sua cultura e, principalmente, o sentimento de pertencimento. Tudo isso faz parte da nossa identidade.
Por isso, tenho dificuldade em compreender alguém que nasce em um país e simplesmente decide adotar outra seleção como se fosse sua. Para mim, isso soa artificial, como torcer apenas por conveniência. É perfeitamente legítimo dizer que não se sente representado pela seleção do próprio país ou que não tem interesse por ela. Mas escolher outra seleção não transforma ninguém em argentino, inglês ou holandês. A sua origem não muda, o seu sangue não muda e você jamais terá com aquele país o mesmo vínculo de quem nasceu e cresceu dentro daquela cultura.
Esse comportamento me parece especialmente comum entre brasileiros. Aqui na Inglaterra, por exemplo, conheço pessoas que não se importam com a seleção inglesa, mas raramente vejo ingleses adotando outra seleção, sobretudo grandes rivais como Alemanha ou França. Existe um senso de identidade nacional muito mais forte. Nunca presenciei ingleses se reunindo em um pub para torcer por outro país da forma como vejo alguns brasileiros fazendo.
Para mim, esse vínculo não deveria ser uma escolha momentânea ou uma questão de conveniência. Ele faz parte de quem você é. As suas origens permanecem, independentemente de onde você viva ou de qual seleção esteja em melhor fase.
No fim, acredito que, para algumas pessoas, falta justamente esse senso de identidade e pertencimento.