cada DJ tem sua estética, tem alguns que falam no mic e outros que não falam… e para além disso, a questão cultural de baile e fluxo sempre teve o dj e/ou um produtor falando no microfone, das antigas.
E essa mano que encontrou o Ret e não pediu nada, só precisava desabafar..
“Às vezes nós precisa só de um vídeo q vai chegar em alguma autoridade que vai ajudar a gente” 🥹
FIM DA ESCALA 6X1: A RUA É NOSSA
Hoje os trabalhadores, movimentos e partidos comprometidos com a classe trabalhadora protestaram pelo fim da escala 6x1 em todo o Brasil.
Em menos de 5 dias, conseguimos colocar o povo nas ruas na manhã do feriado da Proclamação da República.
Porque não há República, não há País e não há economia sem a classe trabalhadora.
E não há futuro onde suas demandas não são ouvidas.
Esse é só o começo de uma luta, e a mobilização popular, nas ruas e nas redes, não pode parar.
Seguiremos trabalhando no Congresso para atender toda preocupação que seja válida. E combatendo as mentiras de quem ainda não superou o fim da escravidão.
Porque, nessa luta, acima de tudo, acima de lados, acima de movimentos, acima de partidos, sempre estará a classe trabalhadora e o compromisso coletivo pelo fim de sua exploração indigna.
Obrigada pela confiança e parceria, @rickazzevedo, @prikashimira e todo @movimento_vat! A nossa luta continua!
Isso q eu nem falei ali sobre a higienização q rolou do cenário mundial de house e techno com o passar dos anos, a Ideia que se criou de que house e techno eh coisa de playboy sendo q a origem desses movimentos eh 100% cultura preta, gay, e periferica, mas que depois de alguns anos da industria da música eletrônica se voltando pro artista europeu homem, Tornaram a maioria das festas de house e techno um ambiente mto diferente do que um dia ele foi.
Afastando assim até mesmo o público que originou o movimento.
Dps de muitos anos disso, gerações mudam, e o passado nem chega ao conhecimento de quem recentemente ingressou na cena, e a Ideia que se tem é de que esses ambientes e sonoridades (House e techno e suas festas) são sonoridades e ambientes onde esse publico (Pessoas pretas, LGBTQIA+ e Pessoas perifericas) nem é bem vindo, ou não se sente mais seguro e livre frequentando, mesmo sendo o publico que literalmente CRIOU a parada!
A importância do funk penetrar esses espaços e estar presente no maior festival de musica eletrônica do Brasil se extende muito mais do que só reforçar no consciente coletivo a ideia do funk ser musica eletrônica em conceito, em formato e em execução.
É a mesma importância de termos mulheres nos lineups, é a mesma importância de termos gays no lineup, é a mesma importância de termos pessoas pretas nos lineups, pessoas trans e pessoas não binárias nos lineups.
E devia ter pra quem ama realmente a cultura, a mesma importância e trazer o mesmo orgulho que a gente tem quando olha pra artistas do Brasil ou de outros lugares da América Latina quebrando tudo e conquistando espaço na europa e nos estados unidos, que sempre dominaram tudo no cenário de musica e entretenimento mundial.
Porque basicamente o estilo de musica eletrônica BRASILEIRO que penetra ja vários espaços na cena gringa, estando em Boiler Rooms, Virando referência de nomes Imensos da musica eletrônica mundial dentro do mainstream e do underground, Sendo revisados com notas altas e comentários rasgando elogios no pitchfork e se mostrando presente em vários outros veículos gigantescos de musica e de entretenimento mundial
Ainda é dentro do seu próprio país de origem segregado do restante da cena de Musica Eletrônica…
E quando vc entende a origem desse nicho sendo periferica vc ja saca o tamanho do problema e o motivo dele.
A importância do bagulho é mto grande, é outras ideia.