Jair Bolsonaro permanece em silêncio forçado.
Não é o silêncio de quem não quer falar - é o silêncio imposto a quem ousou despertar uma nação.
Mantêm-no isolado, preso ilegalmente, afastado do povo que o ergueu, uma engrenagem fria, cuidadosamente planejada.
Nada disso é acaso. É roteiro. É orquestra.
O Brasil afunda num regime que muitos fingem não ver para se colocarem no jogo assassinando cruelmente quem os fez chegar até aqui.
O silêncio em torno dele é cúmplice - e seguir calado é aceitar a ditadura para se colocar oportunamente na farsa democrática que o Brasil virou.
Ser conivente com isso é pior do que ser oposição.
Porque o último Presidente de fato deste país - aquele que abriu caminho para todos os que hoje posam de “independentes” - foi justamente o que agora tentam apagar sua vida e história.