A CASA SUIZOS DE MIERDA, VAYANSE A SUS PAISAJES PARADISIACOS CON SU ECONOMÍA ESTABLE, SU SALUD ACCESIBLE y SUS TRABAJOS Y VIDAS DE ENSUEÑO. LA TIENEN ADENTRO!
Hoy están más vigentes que nunca las palabras de Luis Alberto Machado ex Ministro para el Desarrollo de la Inteligencia [1979-1984].
BRILLANTE, LUCIDO, PRECLARO.
“La educación no es el problema fundamental de Venezuela, la educación es el único problema del país” Atención: “No estoy de acuerdo con la distribución de la riqueza”.
“Si nosotros agarramos y repartimos toda la riqueza de los hombres ricos de venezuela y convertimos a los pobres en millonarios, en muy poco tiempo volverán a ser pobres. Si construimos viviendas para todos, muy rápidamente se convertirán en ranchos y si hacemos, hospitales muy pronto terminarán sin gasa, alcohol ni medicamentos. Sólo la educación nos hará un país con una mentalidad diferente”
Divulguemos este mensaje que trasciende a su tiempo.
His club contract expired on June 1. He entered the World Cup unemployed.
Vozinha turned professional at 25, in 2007, the same year Lamine Yamal was born. Nineteen years followed across six countries: Cape Verde, Angola, Moldova, Portugal, Cyprus, Slovakia. One trophy the whole time, a Cypriot Cup in 2019. His last deal was with Chaves in Portugal's second division, and when it ran out on June 1 he announced his exit with nothing lined up.
Fourteen days later he faced Spain, ranked second in the world, in Cape Verde's first ever World Cup match. Spain took 27 shots. He saved all seven on target. 0-0. At 40 years and 12 days he became the oldest player ever to appear in a nation's World Cup debut. Only Shilton and Zoff have kept a clean sheet at an older age.
He cried at the final whistle. The grandparents who raised him died before they could see any of it. His mother missed the match because the family couldn't get her visa processed in time. That detail traveled so far that Hakeem Jeffries personally asked the Secretary of State to intervene, and five days later she was in the stands in Miami watching her son hold Uruguay.
The 18 million followers have a mechanism behind them. Brazilian broadcaster CazéTV told its viewers to follow him during the Spain broadcast. 46K became 1 million within minutes of the whistle. Every save after that compounded it: a second clean sheet against Saudi Arabia, then eight stops against Argentina yesterday, including a Messi free kick, before falling 3-2 in extra time.
Cape Verde, population 525,000, went home without losing a single match in 90 minutes. Their keeper went home with 400x the followers he arrived with.
Nineteen years bought him one trophy. Eighteen days bought him everything else.
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
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Anyone who watched Portugal vs Colombia just for the beauty of the game will see it’s simply two quality teams going toe-to-toe. Anyone who’s watched Colombia throughout the tournament would agree.
One of the best World Cup matches so far.
Desde mi lugar como feminista, defensora de una política social posibilista y de una economía cooperativista, digo con total transparencia lo que pienso y lo que voy a hacer.
Sé lo que representa Abelardo de la Espriella. Él encarna todo aquello contra lo que he luchado: es un hombre misógino y machista, un líder que construye su imagen más como showman que como estadista comprometido con el bienestar colectivo. Por eso dejo claro: no le haré campaña oficial, no invitaré a votar por él y mi apoyo nunca será incondicional. Escasamente depositaré mi voto a su favor y tengo el deber de explicar por qué.
Me dicen que el voto es secreto. respondo que toda mi vida he hecho mi voto público. Esa es mi forma de ejercer control político. de decir: te voto, te cuestiono, te confronto, te exijo y nunca estuve a tu servicio. Creo firmemente en esta máxima: con democracia todo, sin democracia nada.
No puedo premiar la indecencia que ha marcado estos cuatro años de gobierno de Gustavo Petro. No estoy de acuerdo con la forma en que se han ejecutado las políticas públicas, ni con las decisiones administrativas, ni con la gestión que ha profundizado divisiones. Tenemos una crisis profunda en el sistema de salud y es urgente frenar ese rumbo. Tampoco puedo respaldar una administración que premia la ignorancia o la violencia, que permite la misoginia en cargos de poder y que difunde ideas dañinas: que quien tiene estudios es un ladrón, que se odia al que tiene bienes solo por tenerlos, o que se alimenta el odio de clase. Hago una distinción fundamental: el odio de clase no es lo mismo que la conciencia de clase. Uno separa y destruye; la otra impulsa la transformación con justicia y sin rencor.
Por eso tampoco voy a votar a favor de Iván Cepeda. No me quedaré como espectadora silenciosa. Mi voto es esencialmente en contra de su candidatura y de lo que representa hoy. No confío en él. Esa imagen de hombre decente y serio que construyó a lo largo de los años se ha desdibujado en esta campaña. Se ha comportado como la mascota adiestrada del presidente. Si esa es su actitud ahora cuando busca el poder, así será durante cuatro años si llega a gobernar.
Quiero que Abelardo lo sepa: una feminista le dará su voto solo para confrontarlo, cuestionarlo, vigilar cada paso y exigirle que no traicione a la ciudadanía. Soy solo una mujer y mi única herramienta es mi voz. Voy acompañada de muchas mujeres que piensan igual. Ellas también votarán por Abelardo, no porque yo haya hecho campaña, sino porque han decidido libremente que es la opción menos dañina para el país. Nadie nos verá celebrando su figura. Nos verán vigilando.
Mi decisión central es esta: voto en contra de la Asamblea Constituyente. Invito a no votar por Cepeda porque es imposible creer en sus promesas. Basta mirar sus acciones de las últimas tres semanas. Primero no reconoció los resultados de la primera vuelta y al día siguiente ya los aceptaba. Dijo que la constituyente no era su prioridad y luego prometió hacerla sí o sí. Se negó a debatir durante meses y ahora exige debates a última hora. Desconfío rotundamente de él. Esa postura no significa que confíe en Abelardo. Significa que tengo claridad sobre lo que está en juego.
Es vital entender algo que muchos confunden y que cualquier abogado, y más un constitucionalista como él, debería explicar bien. Reformar artículos de la Constitución no es lo mismo que hacer una Asamblea Constituyente. Son procesos distintos en naturaleza, alcance y reglas. Una reforma ajusta lo que existe dentro del marco legal vigente. Una constituyente borra todo el tablero para cambiar las reglas desde cero, sin límites previos. No estoy de acuerdo con una constituyente venga de la derecha o de la izquierda, porque hoy lo que urge es proteger el marco democrático que tenemos.
Por todo esto, mi voto es una herramienta de defensa vigilancia. Voto por la Constitución y para frenar lo que considero un riesgo mayor. @RSilvaRomero
Gracias
https://t.co/sYEV8AN7Pq
Son feministas hasta que Bad Bunny les baila pegado.
Son socialistas hasta que descubren lo cómoda que es volar en primera clase.
Son ecologistas hasta que toca un fin de semana en yate o un vuelo a las Maldivas.
Son tolerantes hasta que se enteran de que votas a la derecha.
Son pacifistas hasta que alguien discrepa de ellos.
Son partidarios de la libertad de expresión hasta que escuchan algo que no les gusta.
Son antielitistas hasta que los invitan a un reservado VIP.
Son ciudadanos del mundo hasta que les toca tenerlos de vecino.
Son partidarios de repartir la riqueza hasta que les toca repartir la suya.
Music is the most evolutionarily inexplicable hit of dopamine your brain gives you for free.
Every other reward in the human body has a survival logic. Food keeps you alive. Sex propagates genes. Even cocaine works by hijacking pathways built for actual functions. Music has no equivalent justification. It's patterned vibrations of air that trigger the same response in your nucleus accumbens as any of them.
The Salimpoor study at McGill scanned people listening to their favorite songs and found something stranger than the dopamine release itself. The peak emotional moment and the dopamine release happen in different brain regions at different times. The caudate fires roughly 15 seconds before the chills hit. By the time you feel goosebumps, the dopamine has already peaked. Your brain rewards you for predicting the climax. The climax itself arrives after the chemistry is already done.
That's why every great song uses the same trick. Build a pattern. Violate it just enough that your prediction was almost right. Resolve it. The chills come when reality confirms a slightly better version of what you anticipated.
Music engages more brain regions simultaneously than almost any other human activity. Motor cortex tracks rhythm even when you sit still. Auditory cortex parses pitch. Limbic system handles emotion. Prefrontal cortex layers memory on top. Cerebellum runs timing. You use more neural surface area listening to a 3-minute song than you use driving a car.
And it's the last thing to go. Late-stage Alzheimer's patients who can't recognize their children can still sing every word of a song they loved at 22. Music is encoded somewhere the disease doesn't reach.
Patterned air. That's the whole input. Everything else is your brain.
I worked at Epic Games for two years. This is real, and the strategy behind it is smarter than most people realize.
Tim Sweeney has spent nearly two decades buying North Carolina forest land. 50,000+ acres across 15 counties. He’s now one of the largest private landowners in the state. The purchases started in 2008, right after the real estate collapse wiped out developers who had been planning golf resorts and luxury communities on biodiverse wilderness.
Sweeney paid $15 million for Box Creek Wilderness, a 7,000-acre stretch in the Blue Ridge foothills containing 130+ rare and threatened species. Developers had owned 5,000 of those acres before the crash. He bought them for conservation prices when nobody else was bidding.
He runs the acquisitions through an LLC called “130 of Chatham.” He buys the land, holds it for years, then either donates it to the U.S. Fish and Wildlife Service, sells it at a discount to state parks, or hands it to land trusts. In 2021, he donated 7,500 acres in the Roan Highlands to the Southern Appalachian Highlands Conservancy. Largest private land donation in North Carolina history.
The part people miss: he told the News & Observer that since 2021, land got too expensive to keep buying. So he shifted focus to converting his existing 50,000 acres into permanent conservation status. He’s locking the land into legal structures that make development impossible regardless of who owns it in the future.
A billionaire worth roughly $6 billion is spending tens of millions acquiring wilderness specifically during economic downturns, then giving it away or placing it under permanent legal protection. The land will outlast him, Epic Games, and Fortnite.
That’s the part that separates Sweeney from billionaires who write checks to get their name on a building. The building depreciates. The forest compounds.