🚨🚨🚨AGORA NA MESA DE CONCILIAÇÃO DO MARCO TEMPORAL NO STF
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB se retira da mesa de conciliação, a APIB leu a sua carta manifestando o absurdo de se fazer uma CONCILIAÇÃO FORÇADA a partir do momento em que se cria um espaço destinado a negociar direitos que já haviam sido resguardados pela decisão do pleno (por 9 a 2) da Suprema Corte, no caso que decidiu pela inadimissibilidade da Tese do Marco Temporal.
A saída das organizações indígenas da Câmara de Conciliação ocorre após o Supremo não atender às condições de participação dos indígenas na câmara, além de ignorar os pedidos do movimento indígena dentro das ações que discutem a lei no STF.
Gostaria de esclarecer que estou na Venezuela desde o dia 23 de julho. Estou aqui no exercício das minhas férias e sob meus próprios custos. Esclareço, ainda, que não vim representando qualquer instituição, muito menos o Governo Brasileiro ou mesmo o BNDES, onde estou trabalhando
@CaioAlmendra Só discordo em uma coisa, o tempo. O tempo diegético é curto (6 meses, 1 ano?) desde o torneio até às 12 casas, mas o desenvolvimento é longo em centenas de episódios. Então tem urgência sim, mas ela é demonstrada de forma lenta
TODA confusão sobre reforma tributária é um desentendimento sobre o conceito de imposto SOBRE VALOR AGREGADO (IVA). Não, você não pagar 25% de imposto sobre imóveis. Quem construir vai pagar 25% sobre o valor que agregou ao bem.
Você paga sobre o valor final, sim, mas recebe de volta o imposto que está embutido nos seus insumos. No nosso sistema atual, isso nunca acontece 100%, há muitas falhas. É por isso que, no fim das contas, mesmo uma alíquota *aparentemente* alta gera redução de impostos para o consumidor final: com a reforma, vamos ter mais ou menos 25-26% de imposto sobre o valor FINAL do bem, com o pagamento dividido por TODA A CADEIA PRODUTIVA. Hoje, os efeitos em cascata acabam fazendo a carga tributária ficar maior que isso e é até difícil saber.
E não, nem todo imposto é pago pelo consumidor final. Dependendo da estrutura do mercado (quantas empresas produzem, qual a característica da demanda etc), quem absorve o imposto é, em parte, o produtor, que perde margem. Aliás, é por isso que isenções, mesmo para produtos essenciais, acabam custando mais para os mais pobres, mas isso é outro assunto.