Pra vocês terem noção de quanto o esquerdista médio do Leblon está descolado do povo e com o cérebro apodrecido de ideologia.
O sujeito acha que o motivo do Bolsonaro ser popular é que ele é branco do olho claro com sobrenome italiano.
E mesmo com o Kim explicando de forma bem didática o exato oposto, ele insiste no dogma neo-religioso que é tudo porque o patriarcado branco cis-hétero racista machista fascista taxista não sei o que.
Senhores, depois da morte do Lula a esquerda inteira vai diminuir ao tamanho do PSOL.
Bolsonaro aumentou o orçamento do bolsa família de 30 bi para quase 170 bi, colocou Aras na PGR, comemorou o fim da lava-jato, indicou 2 bananas pro STF, sancionou o aumento do fundão eleitoral pra 5 bi, etc…
O Bolsonaro foi mais esquerdista que a própria Dilma.
i don’t understand this strain of class-anxiety media. rich people don’t want to look at poor people. their lives have always been engineered to avoid having to see/interact with poor people. it is a poor person’s fantasy that wealthy people are interested in them.
🇪🇸A demografia da Espanha já é praticamente irreversível, taxa de fertilidade em torno de 1,10 filhos por mulher (uma das mais baixas da UE e do mundo), mais mortes do que nascimentos desde 2015, população envelhecida (mediana alta, 20%+ com 65 anos ou mais) e pirâmide etária invertida. Esse vídeo mostrando ruas e cidades dominadas por idosos não são exagero, refletem a realidade estatística do INE e Eurostat.
A salvação demográfica e econômica passa, em grande parte, pelos latinos. A Espanha acertou ao facilitar a imigração de América Latina, isenção de visto para a maioria dos países, cidadania após apenas 2 anos de residência legal (contra 10 anos para a maioria dos outros) e afinidade cultural, religiosa e, principalmente, linguística. Isso atrai imigração com maior potencial de integração e mantém as raizes culturais.
Dados recentes do INE mostram que a população nascida na América Latina é a maior parcela não europeia (cerca de 4,3 milhões em 2024, 9% da população total e quase metade dos imigrantes). Colômbia, Venezuela, Equador, Argentina, Peru e outros lideram o crescimento recente (Colômbia e Venezuela entre os maiores aumentos anuais).
Marroquinos continuam sendo o maior grupo individual, mas o fluxo latino americano tem sido o grande motor de crescimento populacional líquido.
Mães estrangeiras já respondem por cerca de 33% dos nascimentos.
Imigrantes latino-americanos tendem a preencher vagas no mercado de trabalho (construção, serviços, cuidados, turismo), e muitos aproveitam a estabilidade para trabalhar, estudar ou formar famílias, exatamente o que a pirâmide etária espanhola precisa.
A Espanha tem sido uma das economias de grande porte que mais cresceu na Europa pós-pandemia (crescimento robusto de 2,5–3,2% em anos recentes, acima da média da zona do euro), com contribuição clara de imigração, turismo e serviços.
Outros países europeus com problemas demográficos semelhantes (Itália, Portugal, Alemanha etc.) provavelmente olharão cada vez mais para modelos de imigração culturalmente próxima.
Espanha já está colhendo os frutos de priorizar quem fala a mesma língua e compartilha raízes históricas. O futuro demográfico e econômico passa por isso, não por negar a crise, mas por responder com realismo.
Fontes principais: INE Espanha, Eurostat, análises do Real Instituto Elcano e dados de população estrangeira por país de nascimento/nacionalidade.)